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Politica

PR quer maior investimento na produção de algodão

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O Presidente da República, João Lourenço, incentivou esta segunda-feira, em Luanda, os agricultores angolanos a intensificarem a produção de algodão, indispensável à indústria têxtil, para reduzir a sua importação.

Em declarações à imprensa, no final da visita à fábrica Nova Textang II, o Titular do Poder Executivo disse que não é possível alimentar a indústria têxtil do país, contando apenas com a importação de matérias primas.

João Lourenço enalteceu o facto de as empresas que ganharam os concursos públicos de concessão das três unidades fabris, ligadas ao sector têxtil, serem as primeiras a promover a produção nacional do algodão.

“A informação que acabo de receber é que esta unidade já conseguiu mobilizar cerca de mil camponeses, que deram início ao processo de produção do algodão”, disse, acrescentando que os produtores que apostarem no seu cultivo terão o seu produto “garantidamente vendido”.

Lembrou que em Angola “o cultivo do algodão não é uma actividade estranha”, uma vez que no passado o país já foi um grande produtor da matéria-prima.

O Presidente da República afirmou que terminou a visita com “uma grande satisfação” e sublinhou que o “sentimento não devia ser outro”, apesar de ainda não estarem a funcionar em pleno, referindo-se, não apenas à Nova Textang II, mas também à África Têxtil, em Benguela, e a Comandante Bula (ex-Satec), no Cuanza Norte.

Enfatizou que o volume de produção vai aumentando, à medida que o tempo passa e, “com isto, aumenta também o número de postos de trabalho”.

Na reabilitação das três unidades têxteis o Estado angolano investiu cerca de 1,2 mil milhões de dólares, num financiamento do Japão.

Por Angop