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PPA defende auditoria independente no processo de contratação da INDRA para eleições de 2027

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O Partido Pacífico Angolano (PPA), levantou sérias preocupações sobre a contratação da empresa INDRA pela Comissão Nacional Eleitoral (CNE), num processo envolto em silêncio onde faltam elementos essenciais como o edital, critérios de adjudicação, concorrentes e auditorias independentes.

Por isso, o presidente do PPA, Eduardo Garcia, revelou recentemente em conferência de imprensa, em Luanda, que o partido vai avançar com uma acção junto do Tribunal Constitucional, para exigir que a CNE apresente provas concretas que atestem a transparência e legalidade deste processo.

Para o político, quem organiza as eleições deve saber que elas não se sustentam em discursos, mas em confiança, e confiança constrói-se com clareza, fiscalização e responsabilidade institucional.

O assunto sobre a contratação da INDRA volta a reacender debates sobre transparência eleitoral em Angola.

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