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Populares reagem com justiça por mãos próprias mortes por polícia em Moçambique e Portugal
Os actos ocorreram em dois pontos geográficos diferentes, no continente africano e europeu, em que um agente da polícia alvejou um cidadão, e os moradores das localidades reagem com actos de arruaças e justiça por mãos próprias.
O primeiro ocorreu na província de Tete, em Moçambique, no continente africano, onde durante a manifestação, por conta da crise pós-eleitoral, a polícia teria alvejado um cidadão a tiros e momentos depois a máscara teria caído. A população reconheceu o agente da policia, e logo a seguir correram para a casa deste e queimaram a residência junto com a Família que lá se encontrava do interior, provocando três óbitos.
Já em Portugal, os distúrbios aconteceram na sequência da morte de Odair Moniz, de 43 anos, na madrugada de segunda-feira, no contexto de uma intervenção policial na Cova da Moura.
Trata-se do Bairro do Zambujal, Lisboa, capital do país europeu.
Tão logo os moradores tomaram conhecido da ocorrência, uma onda de protestos se iniciou, com o incêndio de um autocarro da Carris a arder.
Os protestos se prolongaram por noite a dentro desta terça-feira. Um rasto de destruição foi reportado pela media local, dando conta de vários viaturas danificadas durante os protestos.
Elementos dos Bombeiros Voluntários da Amadora foram chamados para apagar as chamas que lavravam por toda a viatura, no cruzamento das ruas das Galegas e do Cerrado do Zambujeiro.
