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Populares denunciam uso de Liamba nos arredores do Instituto Superior Metropolitano, no Morro Bento

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Um caso real e preocupante, a venda e uso de liamba nos arredores do instituto superior Politécnico Metropolitano de Angola, localizado no bairro do Morro Bento. A venda e o uso acontece a luz do dia onde qualquer um pode ver. Os moradores que falaram para o Correio da Kianda, demonstram-se preocupados porque “não tem hora, aqui qualquer vendem e fumam” disse um cidadão, e acrescenta ainda que “o que nos preocupa é a ausência da Polícia nesta zona”.

Kiala Ngunza, morador há mais de dez anos, disse ainda que tudo começou depois da abertura da universidade, antes bairro era muito calmo, agora com a presença dos jovens que vendem a liamba aqui tudo se complica. “Temos crianças nos arredores que são obrigados a presenciar essa aberração e uma boa parte dos consumidores para além dos moradores são os estudantes da universidade”, contou.

“Os vendedores são mesmos os comerciantes da zona que vendem em suas portas e arredores da universidade. Já presenciei uma estudante a comprar e a consumir sem medo de ser vista e isso até já dá medo só de vero que acontece aqui, o dia que mais consomem são as sextas-feiras não há hora de venda nem consumo”, detalhou

Um outro morador que falou em anonimato conta que em toda a sua vida nunca tinha visto coisa igual. O interlocutor continua dizendo que as coisas já saíram do controlo dos moradores e que isso já é caso de Polícia, porque os moradores já estão cansados com essa triste situação que já passam quatro anos.

O Correio Kianda constatou a triste realidade que acontece nos arredores do Imetro, são jovens de aproximadamente 18 e 30 anos que fazem um “sarau” e que para além de liamba eles também fazem o uso de bebidas alcoólicas e ouvem música muito alta sem se importarem com os outros. Uma das coisas que mais chamou atenção da nossa equipa de reportagem, foi a presença de crianças que brincavam na rua naquela noite.

Durante a nossa permanência no local o número de jovens crescia a cada 45 minutos e tudo indicava que eram moradores da zona. Eram jovens bem vestidos e desciam em carros de última geração. Aí mesmos enrolavam a suas “bulas”como chamam, o número vasilhames de bebidas em sua volta era muito e tudo indicava que já estavam no local há algumas horas.

Quase duas horas no local, constatamos também a presença em outro lado da rua de duas jovens que vestiam roupas curtas e justa e faziam o uso de bebidas alcoólicas e estavam em gargalhadas com os seus acompanhantes e dançava sensualmente mesmo sem músico. Minutos depois uma delas acende uma bula enrolada por um dos homens que as acompanhava e brinca com o fumo sem notarem que estavam a ser observados.

O número de casas de vendas de bebidas alcoólicas naquela zona cresceu infância reside e estuda na mesma universidade. “Antes contavam-se esses locais, agora os vizinhos que têm quintais que dão acesso ao instituto abriram comércio visto a olhos nú. Tudo isso preocupa os moradores e não só

Ainda assim, a entrevistada lembra que a zona está muito perigosa, em 2014 um professor foi assassinado a alguns metros do instituto e no ano passado um jovem que residia em Lisboa vinha a passeio e no momento em que esperava a sua namorada dentro viatura foi brutalmente assassinado poucos metros do

I​METRO

São essas as coisas que nos preocupam não só como moradora, mas também como estudante.

O Comando Provincial de Luanda, ainda não se pronunciou sobre o assunto.​

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