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Politica

População reage a entrevista colectiva de João Lourenço

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Em reação à entrevista colectiva concedida ontem pelo Chefe de Estado a um colectivo de mais de 150 Jornalistas nacionais e estrangeiros, no Jardin da Cidade alta em Luanda, o Correio da Kianda saiu a rua e ouviu alguns populares…, e as opiniões divergem entre os elogios e as críticas.

Rita José candidata a uma vaga na Universidade Agostinho Neto, começou por elogiar a iniciativa do Presidente da República João Lourenço , mas terminou dizendo que muita coisa ficou por se saber.

“Acho que o Presidente esteve muito bem, e saiu-se muito bem na entrevista colectiva,  para além de ser um exercício democratico, mostrou que ele, o Presidente,  não tem medo dos Jornalistas, mostrou postura de ser um grande estadista e é bom que ele continue assim, mas muita coisa ficou por se saber, como é o caso do sector da Saúde e da Agricultura, gostaria que os Jornalistas fizessem estas perguntas”, terminou.

Já um outro interlocutor que também falou aos nossos microfones de nome José Abreu que trabalha como mototaxista, diz acreditar no Presidente João Lourenço, mas esperava que se falasse mais das questões sociais como o das demolicões que aconteceram nos anos passados.

” Estive, e fiquei bem atento na televisão a ouvir as respostas do Presidente, correspondeu as minhas expetativas mas não na totalidade. Esperava que se falasse também das demolicões que andaram a acontecer no governo anterior, se ainda vão continuar ou não, porque eu vivo no zango numa zona afectada pelas demolicões, e tem muita gente que continua a viver aqui na incerteza se um dia as demolicões vão voltar a acontecer ou não, mas pela forma humanista de como o nosso Presidente é, acredito que daqui em diante nunca mais haverá demolicões anarquicas.” Terminou.

O combate à corrupção e a identificação dos grupos sociais facilmente corruptíveis no país, incluindo indivíduos da alta hierarquia foram os pontos aflorados pelo Presidente da República na entrevista colectiva. 

Presume-se, que daqui em diante este exercício continue a ser feito, pelo menos uma vez por ano.

 

Reportagem de António Sacuvaia