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Economia

População empregada chega a 14 milhões. Economista alerta para peso do mercado informal

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O economista José Lumbo disse à Rádio Correio da Kianda que os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), sobre a taxa de empregabilidade de 64,4% em Angola, não devem ser vistos como satisfatórios devido ao facto do mercado informal concentrar mais de 70 por cento deste universo.

José Lumbo considera “perigosa” a criação de empregos pelo mercado informal, pelo que não oferecem as condições condignas ou de sustentabilidade aos trabalhadores, com realce para a Segurança Social.

Para o mesmo, é importante que a política do Executivo esteja alinhada com as necessidades futuras da população. Sugere que, para que haja sustentabilidade nesta matéria, devem ser redobrados os investimentos em cursos de formação técnico profissional.

O especialista terminou alertando as instituições públicas para a cobrança da produtividade aos seus funcionários, sob pena de comprometer a actuação dos estabelecimentos no cumprimento das tarefas a eles atribuídas.

A estimativa da população angolana empregada foi de 14,3 milhões de pessoas, durante o terceiro trimestre deste ano (2025), representando uma taxa de 64,4%, informou, esta terça-feira, o director-geral do Instituto Nacional de Estatística (INE), Joel Futi.

De acordo com a Angop, o responsável precisou que, nesse período, a taxa de homens empregados fixou-se em mais de 67%, representando um acréscimo de 4,9% em relação ao trimestre anterior. Referiu que a taxa de emprego na área rural superou a do meio urbano, sendo a agricultura e o comércio os sectores que mais empregaram.

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