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Politica

Pitra Neto defende uma agenda Nacional de Estabilidade

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O académico e político angolano António Pitra Neto, defendeu a implementação de uma Agenda Nacional de Estabilidade e Desenvolvimento, no quadro da reforma do Estado em curso no país.

António Pitra Neto falava na quarta-feira, no Seminário Nacional sobre a Reforma do Estado, em alusão ao 10o aniversário do Centro de Pesquisas em Políticas Públicas e Governação Local da Universidade Agostinho Neto (UAN).

O antigo ministro da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, que falou sobre “Critérios e procedimentos para uma reforma do Estado adequada às necessidades de Angola”, diante de uma plateia composta por membros do Governo, académicos e representantes de várias instituições públicas e privadas, disse que a implementação da reforma em Angola deve observar as funções legislativa, judicial e executiva do Estado.

Olhando para as experiências de outros países, sublinhou, é fundamental que se pense na discussão e adopção de uma agenda de estabilidade e de desenvolvimento em Angola, que congregue todas as forças vivas do país.

O também deputado acrescentou que a referida agenda estaria assente em cinco aspectos vitais, nomeadamente, o fortalecimento e credibilização das instituições, fraternização dos cidadãos, ordenar o país, responsabilização da sociedade e humanização da riqueza. Para Pitra Neto, a Agenda de Estabilidade e Desenvolvimento poderia ser materializada com programas e planos plurianuais, em que ficariam fixados objectivos e metas, para alguns domínios basilares. O político apontou o conhecimento como a base para o desenvolvimento de qualquer sociedade e que deve estar no alicerce de qualquer plano de reforma do Estado. “Não haverá felicidade para ninguém se a pluralidade de ciclos actuais e futuros não assentarem no conhecimento”, disse. Pitra Neto sublinhou que o país tem como principais necessidades a unidade, a estabilidade e o desenvolvimento.

O director do Centro de Pesquisas em Políticas Públicas e Governação Local da UAN, Carlos Teixeira, disse que a conferência serviu para partilhar a sua experiência académica e política com académicos e vários actores.

 

C/ JA

 

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