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Angola que dá certo

PIIM: Viana terá três novas escolas

Redação

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O Administrador Municipal de Viana, Fernando Eduardo Manuel, lançou, nesta terça-feira, 13, a primeira pedra de construção de três escolas, no âmbito do Programa Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM).

O lançamento teve lugar nos distritos urbanos da Vila Flor (bairro Mutamba sector A) e de Viana (bairros Capalanga e Sagrada Esperança). A escola projectada para a Vila Flor terá 12 salas de aulas, enquanto as de Viana, uma terá 12 salas de aulas e a outra, do ensino primário terá sete salas de aulas.

A construção vai durar entre cinco e oito meses. No entanto, o administrador municipal fez saber que “com o lançamento das três pedras de construção de escolas, mais de mil crianças serão enquadradas no sistema de ensino”.

Munícipes, ao verem os seus bairros contemplados com os projectos do PIIM, mostraram-se satisfeitos com a projecção das escolas.

Para o PIIM, o município de Viana tem inscrito 21 projectos ligados aos sectores da Educação, Saúde, Segurança Pública e vias de Comunicação. Onde numa primeira fase serão contemplados oito novos projectos de construção e de conclusão.

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2 Comments

2 Comments

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    Eugénia João Castro

    15/10/2020 at 10:59 pm

    Administração de Viana apodera-se de um terreno, propriedade da comunidade Bahá’i de Angola)Fé Bahá’i) para o PIIM. Terreno com documentos passados por ela, vedado, com duas famílias morando no mesmo quintal. Não é justo nem sério…p

  2. Avatar

    Henriques

    15/10/2020 at 11:14 pm

    O Administrador de Viana fez lançamento da pedra para construção de uma escola, no Bairro Esperança, espaço pertencente a comunidade religiosa Fé Bahá’í, sem a mesma ter sido notificada. As perguntas que levantam são? Será que a vedação do espaço e a residência que nela se encontra faz parte da escola? Será que o orçamento da construção não inclui a vedação da mesma? e se faz, para onde irá o dinheiro? Como é possível tal acto quando o gabinete jurídico e a fiscalização sabe que o terreno tem uma ocupação efectiva! Há quanto tempo o mesmo reverteu à esfera do Estado para fins de utilidade pública?

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