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Economia

Petróleo: mais de 50 blocos vão a concurso público de adjudicação até 2025

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A informação foi avançada pelo ministro do Petróleo e Gás, Diamantino de Azevedo, durante o 9º Congresso Internacional de Comércio de Petróleo de Gás da China, realizado, em sistema webinar, de 7 a 9 de Novembro, em que participaram líderes e executivos de empresas mundiais de produção e comercialização de petróleo.

O governante angolano apresentou no encontro virtual a Estratégia de Exploração 2020 – 2025, Estratégia Geral para a Atribuição de Concessões de Petróleo 2019 a 2025, tendo referido que prevista a adjudicação de mais de 50 blocos de exploração do crude em Angola, através de concurso público e negociação directa.

“Angola, com a sua história do petróleo que remonta ao início do século XX, tornou-se uma das principais potências petrolíferas do mundo, posicionando-se como o segundo maior produtor de petróleo de África”, disse.

Diamantino de Azevedo apresentou a situação actual e as políticas de energia de Angola, bem como os aspectos que visam minimizar os efeitos da pandemia da covid-19 na indústria de petróleo e gás.

Na sua intervenção, o ministro sublinhou também que a actual conjuntura económica, ocasionada pela pandemia do covid-19, impactou directamente a indústria do petróleo, trazendo desafios adicionais ao relançamento da actividade de exploração e produção no país, e espera-se um ajuste na trajectória de crescimento do sector, juntamente com o fortalecimento das medidas emergenciais para garantir sua sustentabilidade e do sistema produtivo.

“No entanto, a actual situação de crise é global, mas temporária, por isso mesmo com uma desaceleração dos investimentos, continua válida a necessidade urgente de impulsionar e dar continuidade às operações petrolíferas no país, com destaque para a manutenção da produção básica, reposição de reservas, continuando a promover actividades de exploração”, disse o governante no evento realizado em webinar.

Diamantino de Azevedo, realçou ainda que o país tem potencial significativo que permitem aumentar as suas reservas, “algumas das quais ainda não exploradas e outras que, apesar de descobertas, ainda não foram convertidas em reservas”, tendo acrescentado, por outro lado, que em angola “Existe também a oportunidade de melhorar o sistema de produção, permitindo assim o aumento da recuperação dos campos maduros”.

O encontro contou com a participação líderes do MOFCOM, NEA e do Governo Popular Municipal de Xangai discursaram no congresso. Executivos seniores de empresas de desenvolvimento e produção de petróleo e gás de renome mundial, empresas de comércio e transporte, instituições financeiras, agências de pesquisa de mercado e instituições académicas apresentaram e conduziram discussões em um formato interactivo “online”.

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