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Angola que dá certo

Petróleo: comunidades carenciadas do Sul do país beneficiam de acções sociais 

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Comunidades carenciadas de cinco províncias do Centro, Sul e Leste país estão a registar melhorias significativas no modo de vida das suas populações, com ajuda das acções das empresas petrolíferas que operam em Angola.

Foi durante uma gala de fim de ano que foi demonstrado o impacto que as acções sociais das petrolíferas nas comunidades carenciadas nas províncias do Huambo, Bié, Huíla, Benguela e Moxico.

O compromisso da AECIPA com o desenvolvimento socioeconómico das comunidades onde as empresas associadas operam, foi enfatizado pelo presidente da Direcção, Bráulio de Brito, que destacou a contribuição para o desenvolvimento social de Angola, como sendo um dos pilares fundamentais da organização.

Durante a Gala de Responsabilidade Social, a Fundação Ngana Zenza para o Desenvolvimento Comunitário, que foi a convidada especial à gala, e representada pela Dra. Noelma Viegas D’Abreu, Vice-Presidente da Fundação Ngana Zenga, que discursou em representação da Primeira Dama da República, Ana Dias Lourenço, destacou à carruagem clínica no corredor entre Lobito e Luau, que segundo fez saber, tem beneficiado as populações ao longo dessa linha ferroviária, com a prestação de cuidados médicos e medicamentosos.

Para Noelma Viegas D’Abreu, “a responsabilidade social corporativa é hoje uma temática vital para as empresas, principalmente para aquelas que actuam no sector de petróleo e gás”.

Às empresas petrolíferas, a vice-presidente daquela Fundação de carís social exortou para a necessidade de se pautar por uma postura ética, transparente e comprometida com o desenvolvimento sustentável das comunidades locais.

Do evento, participaram igualmente o Secretário de Estado para os Recursos Minerais, Jânio Correa Victor, em representação do ministro Diamantino Pedro Azevedo, dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás.

Jânio Correia Victor considerou a associação das empresas do sector petrolífero como um “parceiro estratégico vital do ministério”, pelo seu papel “crucial no crescimento económico de Angola”.