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Sociedade

Pescadores que ficaram a deriva no Gabão já estão em Cabinda

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Os seis pescadores angolanos que passaram 23 dias a deriva na costa de Cabinda, Congo Brazaville e Gabão, após avaria da embarcação, já se encontram em Cabinda e foram recebidos em audiência, hoje, segunda-feira, pelo vice-governador para área Política e Social, Alberto Paca.

Durante o encontro, que decorreu na sala de reuniões da sede do Governo, Alberto Paca, agradeceu a missão diplomática angolana em Libreville (Gabão), pelos esforços envidados junto das autoridades policiais marítimas e dos serviços de migração daquele país para o sucesso do processo migratório que culminou com a chegada hoje (segunda-feira) a Cabinda dos seis pescadores.

“Estamos muito satisfeitos e gratos pela forma inteligente e diplomática como a missão diplomática no Gabão e o Consulado Angolano em Ponta-Negra trabalharam, feito que demonstra o papel preponderante destas instituições para a solução dos múltiplos problemas dos angolanos na diáspora, disse.

Sublinhou a coragem, determinação e a fé que os pescadores tiveram durante o período de incidente que iniciou com uma avaria da embarcação na zona piscatória do Soyo e com muito sacrifício aguentaram a deriva que culminou no mar de Ogooue no Gabão.

“O governo da província vai acompanhar o vosso estado de saúde, embora tenham já feito triagens no Gabão com apoio da nossa missão diplomática. Mas é nosso dever fazer esse acompanhamento (…)”, disse.

Os seis pescadores chegaram a Ponta-Negra, vindos do Gabão, na noite de domingo e hoje, segunda-feira, cerca das 11H30 minutos escalaram a fronteira de Massabi em companhia do vice-cônsul Geral de Angola em Ponta-Negra, Celestino Carlos Fernandes e do segundo secretário da Missão Diplomática em Libreville (Gabão), Laércio David.

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