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Politica

PDN prevê aumento da esperança de vida de 62 para 63 anos

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Foi aprovado esta quinta-feira, 28, no Conselho de Ministros, o Plano de Desenvolvimento Nacional 2023-2027 com “uma visão de menos pobreza, mais emprego e mais segurança alimentar” para Angola, destaca o comunicado a qual o Correio da Kianda teve acesso.

Segundo o documento, o PDN possui dois pilares que deverão gravitar as 16 políticas e 50 programas, a saber, desenvolvimento do capital humano, focado na educação e saúde, e a segurança alimentar com o agro-negócio e o sector mineiro.

No sector da saúde, o Plano traz uma perspectiva do aumento da esperança de vida de 62 para 63 anos, enquanto na educação “haverá ganhos no que toca a aprendizagem nos anos de escolaridade, aumento de 4.2 para 4.6, com previsão de chegar a 6.3 até 2050”.

“Na taxa de alfabetização, há um ganho de dois pontos percentuais, saindo de 76 para 78%”, destaca o comunicado.

O PDN prevê ainda o aumento da população em 38 milhões de habitantes até 2027. Espera-se que o Produto Interno Bruto (PIB) chegue a 62 biliões kwanzas com uma taxa de crescimento anual em torno dos 3,3%, que será impactado pelo PIB não petrolífero, que deverá crescer em torno dos 5%, com um peso em torno dos 79% do PIB global.

“A previsão é que o desemprego tenha uma diminuição em 5 pontos percentuais, caindo de 30 para 25%”, lê-se.

No sector da Economia, no quesito das exportações não petrolíferas, espera-se um aumento de cinco mil milhões para cerca de 17 mil milhões de dólares, com entrada de investimento directo estrangeiro de seis mil milhões para USD 14 mil milhões.

O documento foi hoje aprovado na 8ª Sessão Ordinária do Conselho de Ministros, sob orientação do Presidente da República, João Lourenço. O Conselho aprovou, igualmente, a Criação do Prémio às Micro, Pequenas e Médias Empresas, a Conta Geral do Estado referente ao Exercício Fiscal de 2022, o Regulamento sobre a Protecção Social nas Forças Armadas, na Velhice, em caso de Invalidez, Morte e Subsídio de Funeral, entre outros documentos.

Formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, a profissional actua no mercado de comunicação há 18 anos. Iniciou a sua carreira em 2004, apresentando um programa de rádio e logo migrou para a comunicação digital, para a impressa e, posteriormente, a institucional. Tem vasta experiência como web journalist, criação e gestão de redes sociais, tendo participado dos projectos de desenvolvimento de diversos sites, blogs e redes sociais governamentais, privados e do terceiro sector. Reside em Luanda desde 2012, tendo trabalhado como jornalista no portal de notícias Rede Angola, como assessora de imprensa e directora de Comunicação e Operações nas Agências NC - Núcleo de Comunicação e F.O.T.Y, atendendo diversos clientes governamentais e privados. Actualmente trabalha como editora do portal Correio da Kianda.