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Economia

PCA da Endiama lamenta a saída da Odebrecht de Catoca

Redação

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pca da endiama lamenta a saída da odebrecht de catoca - Ganga Junior e Sergei Ivanov - PCA da Endiama lamenta a saída da Odebrecht de Catoca

O presidente do Conselho de Administração da Endiama, Ganga Júnio, lamentou, hoje, quarta-feira (23), a saída Odebrecht da Sociedade Mineira de Catoca, mas se mostra aberto a novas parcerias com o Brasil, primeiro país a reconhecer Angola depois de sua independência.

“Foi uma pena, conforme disse, nós convidamos a Odebrecht para integrar o projeto, exatamente pelo reconhecimento de sua tecnologia empresarial […], mas quem sabe, outras oportunidades existirão para empresas brasileiras e, aliás, estamos abertos para negócio.”

A Sociedade Mineira de Catoca, que é responsável pela extração de mais de 75% dos diamantes angolanos, antes contava com acionistas de quatro nações – de Angola, Rússia, China e Brasil.

Com o escândalo de corrupção que caiu sobre a empreiteira brasileira Odebrecht, em 2017, a participação brasileira (16,4%) na Sociedade Mineira de Catoca foi vendida aos russos e angolano.

Ganga Júnior relembrou que a empreiteira brasileira “surgiu [na sociedade de mineração de diamantes em Angola] a convite das autoridades angolanas”, e destacou que “o Brasil está muito bem implantado empresarialmente em Angola, na construção civil, nas tecnologias de informação, no comércio, enfim, contamos com o Brasil em várias atividades”.

C/ Sputniknews

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