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Sociedade

Pastores não são obrigados a fazer “vasectomia” para se manterem no ministério, diz líder da IURD

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O líder espiritual da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) em Angola esclareceu nesta terça-feira, 08, aos jornalistas sobre a acusação de que os pastores são abrigados a fazerem vasectomia.

Alberto Segunda negou existência de obrigatoriedade, salientando que esta pratica não faz parte da doutrina da IURD, e só acontece por vontade do próprio pastor.

“Vasectomia nunca foi e não será a doutrina da nossa igreja”, disse o responsável da igreja.

O presbítero da IURD de nacionalidade angolana, disse ainda o que existe na igreja é um aconselhamento do planeamento familiar seguro e muitos pastores decidem optar pela vasectomia por questão de Saúde das suas esposas.

A titulo de exemplo, o bispo Alberto Segunda, disse que optou pela vasectomia não porquê foi obrigado, mas por questão de saúde da sua esposa, após ter usado pílulas para não engravidar começou a ter problemas de saúde e decidiu por vontade própria em fazer vasectomia.

Quando a narrativa de que a vasectomia é obrigatória para os pastores na IURD e quem não submetê-la irá perder tudo, o religioso informa que é falso, destacando que temos pastores com 2, 3 e mais filhos e estão com nosso e não foram expulsos, rematou.

O líder da IURD em Angola, revelou que actualmente à igreja têm mais de 200 pastores, dos quais menos de 40 optaram pela vasectomia.

“A idéia que se passa na sociedade é que todos pastores fizeram vasectomia e em caso mais extremos são castrados, algo que não existe na IURD”, reforçou.

O encontro serviu também para esclarecer duvidas sobre a forma como vivem os pastores e vida interna da universal. Bispo Segunda admite ter herdado uma igreja em conflitos e problemas, e seu grande desafio será primar pela paz, harmonia e união da IURD em Angola, mas, não abrirão a mão a disciplina da igreja conforme ela é.

Actualmente a IURD tem cerca de dez bispos todos de nacionalidade angolana, anteriormente foram 13 prelados, dos trezes, três são descendentes e com mais de 200 pastores.

Quando as acusações dos crimes de associação criminosa, branqueamento de capitais, burla por defraudação e violência doméstica, na qual foram constituídos quatro arguidos entre eles o ex-líder bispo Honorilton Gonçalves, segundo o religioso, o ministério público ainda não conseguiu provar nada.

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