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Politica

Partidos queixam-se de “desorganização” dentro da CASA-CE

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De acordo com informação avançada por uma fonte dentro da Convergência Ampla para Salvação de Angola-Coligação Eleitoral (CASA-CE) ao Correio da Kianda, a coligação liderada pelo economista Manuel Fernandes, está “a beira da ruína total” e está a viver um dos seus piores momentos, depois da expulsão de Abel Chivukuvuku, em 2019, tudo porque, segundo a nossa fonte, não há convergência dentro da cúpula dos presidentes dos partidos que formam a CASA-CE para definirem o futuro da terceira maior força politica em Angola.

Os membros do núcleo da CASA-CE pertencentes ao colégio presidencial “não tem ideias próprias e refugiam-se nos programas deixados pelo então presidente, Abel Chivukuvuku, situação que tem deixado os elementos deste órgão restrito furiosos e questionam o actual presidente sobre a sua estratégia para salvar a organização, olhando para as eleições de 2022”.

A mesma fonte revelou ainda que alguns presidentes de partidos da coligação têm demostrado arrependimento por terem aceite e serem influenciados pelo actual presidente a aderirem uma campanha difamatória e caluniadora que viria terminar com a saída de Abel Chivukuvuku da liderança.

Razão pela qual, há quase seis meses, um dos presidentes de partidos, usava a foto oficial de Abel Chivukuvuku, no seu gabinete, alegadamente que ele é o único presidente da Coligação.

Uma das dores de cabeça de Manuel Fernandes será na listagem de quem estará em lugares legíveis para deputados, em 2022, situação de que, se não for bem cautelada e apreciada, poderá levar a dissolução da coligação antes das eleições gerais, olhando para o mau estar hoje na CASA-CE.