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Papel da mulher no processo de paz domina segundo dia da Bienal de Luanda

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As mulheres nos processos de paz, segurança e desenvolvimento estão a dominar hoje os trabalhos do segundo dia da terceira edição da Bienal de Luanda.

De acordo com o porta-voz do fórum, Neto Júnior, o painel terá como oradoras Bieta Diop, enviada especial do presidente da Comissão da União Africana para as mulheres, e Lindiue Sizulu, heroína sul-africana.

Ontem na abertura, o Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, disse que Angola tem procurado desempenhar um papel activo para a resolução dos conflitos em África, porque acredita que “a perseverança leva a bons resultados para pôr um fim definitivo às guerras”.

“A criação e a consolidação de uma cultura de paz em África deve ser um passo fundamental para se estabelecer o clima e as condições essenciais para que os povos e as nações africanas se dediquem, com todo o seu engenho, às tarefas da promoção do progresso e do desenvolvimento”, disse, João Lourenço, na abertura da terceira edição do Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz, em Luanda, que conta com a participação de mais de 850 convidados.

De recordar que, a Bienal de Luanda realiza-se em cada dois anos, na capital angolana, e visa promover a prevenção da violência e a resolução pacífica de conflitos, incentivando a educação, o intercâmbio cultural em África e o diálogo inter-relacional.

“Somente com cultura de Paz seremos capazes de superar a pobreza em África”

Formado em radiojornalismo, com passagem por órgãos de comunicação social públicos e privados. Possui formação internacional em Comunicação e Multimedia. Estudante do curso superior de Gestão/Comunicação e Marketing.

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