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Papa diz ter sonho da paz e lembrou “grande dor” na Ucrânia

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O Papa Francisco disse hoje ter o sonho da paz e lembrou os jovens que não puderam participar na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em Lisboa, devido a conflitos, assumindo “grande dor” pela Ucrânia.

“Em particular, acompanhemos com o pensamento e a oração aqueles que não puderam vir por causa de conflitos e de guerras. E são tantos por esse mundo fora. Pensando neste continente, sinto grande dor pela querida Ucrânia, que continua a sofrer muito”, afirmou Francisco, no final da oração do Angelus, no Parque Tejo.

Aos jovens que não puderam estar, “mas que participaram em iniciativas organizadas nos seus países pelas respetivas conferências episcopais e pelas dioceses”, o Papa dirigiu um agradecimento, exemplificando com os “irmãos e irmãs subsarianos, reunidos em Tânger”.

Depois, assumindo-se como idoso, o Papa partilhou com os presentes o seu “sonho da paz, o sonho de jovens que rezam pela paz, vivem em paz e constroem um futuro de paz”.

“Através da oração do Angelus, coloquemos nas mãos de Maria, Rainha da Paz, o futuro da humanidade. E ao voltardes para casa continuai, por favor, a rezar pela paz”, pediu, agradecendo aos avós que “transmitiram a fé, o horizonte de uma vida” e que são as raízes.

Para Francisco, os jovens são “um símbolo de paz para o mundo, um testemunho de como as diversas nacionalidades, as línguas e as histórias podem unir em lugar de dividir”, a “esperança para um mundo diferente”.

“Obrigado e sigam em frente”, acrescentou.

A cidade portuguesa de Lisboa acolheu de 2 a 5 de Agosto a Jornada Mundial da Juventude católica, onde participaram mais de um milhão e 500 mil peregrinos de mais de 200 países.

Angola fez-se representar com 500 peregrinos. O bispo da diocese de Cabinda, Dom Belmiro Tchissengueti chefia a delegação angolana que ainda se encontra em Lisboa.

C/ Agência Lusa