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Pandemia da covid-19 obrigou adiamento de projectos, diz ministro Victor Fernandes

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O ministro da Indústria e Comércio, Victor Fernandes, disse, nesta quarta-feira, 30, em Luanda, que a pandemia da covid-19 obrigou a que alguns dos projectos traçados em Fevereiro, aquando da sua tomada de posse, fossem adiados. Mas com a dedicação dos seus funcionários foi possível realizar alguns desses projectos.

O governante disse que 2020 foi um ano difícil para o seu departamento ministerial, por ter enfrentado o desafio de gerir um ministério que resultou da fusão de outros dois, cujo o processo de efectivação coincidiu com o surgimento da pandemia da covid-19, condicionando inclusive a possibilidade de alguns dos funcionários de conhecerem pessoalmente o ministro.

Para Victor Fernandes “a circunstância em que tal fusão ocorreu foi particularmente difícil, pois, pela primeira vez na história dos nossos 45 anos de independência, o país viveu em período de excepção tendo sido decretado o Estado de Emergência, o que por si só foi igualmente um desafio acrescentado àquela que seria a missão de harmonizar o sector e colocar a máquina a funcionar”.

A pandemia, avança, tornou as acções do governo difíceis, “daí que, alguns projectos tenham sido adiados, apesar de não os ter apontado.
Entretanto, e não obstante a estas situações, o ministro disse que, com a dedicação dos seus funcionários foi possível a realização de determinadas acções planeadas em Fevereiro, aquando da sua tomada de posse, como o lançamento e afirmação das feiras de escoamento dos produtos do campo, “uma bandeira visível do nosso programa integrado de desenvolvimento do comércio rural, que será reforçado para o ano, quando forem entregues as carrinhas e camiões” que poderão dinamizar o referido programa.

O diagnóstico ao sector industrial, segundo fez saber, “permitiu já elaborar um programa de desenvolvimento industrial, que dentro em breve irá a consulta pública para receber os aportes da classe empresarial antes da sua aprovação e implementação”. “Temos em curso o programa de reorganização do comércio e dos serviços mercantis para darmos uma resposta mais cabal e dignas a essas actividades. O consumo de produtos nacionais e a procura por eles é cada vez mais uma realidade que devemos ajudar a sedimentar entre nós, mas para tal, há que continuar a oferecer produtos com qualidade e competitivos e temos que criar as condições para que isso ocorra”, considerou.

No que a exportação diz respeito, o Ministro Victor Fernandes disse ter sido observado, no ano 2020, “mudanças substanciais, sobretudo nos procedimentos que estão a facilitar esses processos, sejam eles de importação como de exportação, de produtos Made in Angola, cujo incremento se impõe”, tendo prometido para 2021, dedicar uma atenção especial ao comercio externo

Outro marco sublinhado pelo ministro da Indústria e Comércio é a realização “com êxito e pela entrega e colaboração de todos”, do primeiro conselho consultivo alargado, nos dias 17 e 18 de Dezembro, de onde disse resultaram reflexões e debates pertinentes para o sector que dirige.

O governante falava durante a tradicional cerimónia de cumprimentos de fim de ano, dirigida aos funcionários daquele departamento ministerial, realizada em formato híbrido, com os directores nacionais e de departamentos presentes na sala, ao passo que os demais funcionários participaram em ambiente virtual.

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