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Economia

Organizações sem fins lucrativos concorrem a prémio solidário de até Kz 250 milhões

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Foi lançado na semana finda a terceira edição do programa BFA Solidário que prevê premiar até Kz 250 milhões, organizações sem fins lucrativos que trabalham em prol da melhoria da qualidade de vida nas comunidades.

O referido concurso está estratificado em três categorias, contemplando, cada uma, prémios para o primeiro, segundo, terceiro e quarto classificados em cada uma delas, totalizando doze vencedores.

O presidente da Comissão Executiva do BFA, Luís Gonçalves disse que a iniciativa, que já tem três anos faz parte do programa de responsabilidade social da instituição, através da qual os trabalhadores se comprometem em contribuir para o bem-estar social de camadas sociais mais vulneráveis no país. O BFA Solidário é, segundo aquele responsável, um projecto de filantropia estratégica e capacitação do sector social.

“Com esta iniciativa, o BFA pretende criar um impacto significativo e duradouro na vida das famílias, e em especial nas nossas crianças e paralelamente ajudar na promoção das organizações que as apoiam, por via da sua capacitação técnica e financeira”, disse.

Luís Gonçalves avançou ainda que a par do BFA Voluntário e do BFA Subsídio, o BFA Solidário visa “contribuir financeiramente para o desenvolvimento sustentável de Angola, dedicando o seu investimento social às Crianças, um dos grupos mais vulneráveis da nossa sociedade”. A razão, explica ainda, está no facto de o banco entender que “o desenvolvimento das crianças é crítico para o futuro de angola e que através do apoio a iniciativas ou projectos com foco na saúde, educação e inclusão social e financeira é possível melhorar as suas condições de vida e de suas famílias”, e garantir resiliência, sustentabilidade e confiança no futuro.

Regulamento do concurso

A directora de Direcção de Responsabilidade social, Francisca Cabral, apresentou as regras do concurso, explicou que o mesmo é aberto à instituições privadas sem fins lucrativo, sediadas em Angola e que exercem actividade há pelo menos três anos. As universidades privadas, que existem há pelo menos cinco anos também podem candidatar-se, ao passo que as instituições públicas ou os funcionários do Banco estão isento de participar.

As entidades colectivas, que segundo Mariana Assis, pretendem concorrer, ao submeterem a candidatura devem indicar as categorias pretendidas, entre educação, saúde e inclusão social e financeiras.

Em cada uma das categorias o primeiro classificado irá receber 30 milhões de kwanzas, o segundo classificado recebe 20 milhões. Para o terceiro classificado a organização reserva 15 milhões de kwanzas, ao passo que o quarto classificado deverá receber o valor de 10 milhões de kwanzas.

As organizações devem concorrer com projectos que tenham como objecto, a aquisição ou melhoria de activos fixos, correntes, introdução ou melhoria de tecnologias de informação, formação ou estudos científicos.

A directora do programa disse que alem destes valores, a instituição financeira avançou que está ainda reservado um montante adicional de 10% da subvenção, com base na natureza desta, para eventuais desvios da execução ou implementação dos referidos projectos.

Como critérios de atribuição das subvenções, aquela responsável informou que devem as entidades interessadas, serão submetidas ao critério de maior pontuação, por parte do corpo de jurado.

O concurso de âmbito nacional prevê que 24 candidaturas cheguem a cerimónias final, onde serão divulgados os 12 vencedores do prémio.
As candidaturas, abertas na conferência de imprensa realizada na quinta-feira, 13, podem ser submetidas em modelo online, no site do banco promotor, ou em formato físico em qualquer das 55 agências definidas, a nível das 18 províncias até ao dia.

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