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OMS denuncia ataques a hospitais no Líbano e alerta contra normalização da violência

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou esta segunda-feira, 6, que, desde 28 de fevereiro, o Líbano registou 92 ataques a instalações de saúde, veículos e profissionais médicos, resultando em 53 mortos e 137 feridos.

“Esses actos não podem se tornar a nova normalidade”, afirmou O director-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus,  em sua conta na rede social X (antigo Twitter), ao denunciar o ataque mais recente perto do Hospital Universitário Rafik Hariri, o maior centro médico público do Líbano, que deixou quatro mortos e 39 feridos.

A OMS alertou que, no final de março, a média era de dois ataques por dia, com cinco incidentes apenas em 28 de março, atingindo instalações em Kfar Tibnit, Ghandouriyeh, Zawtar Al Gharbiyeh, Kfar Dajal e Jezzine, totalizando nove mortes.

“À medida que Israel amplia suas operações militares, apelo a todas as partes para que cumpram suas obrigações segundo o direito internacional humanitário e garantam a proteção das instalações de saúde, dos profissionais médicos e dos pacientes”, acrescentou o diretor-geral da OMS.

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