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“O Executivo está atento ao que se passa em todo o país em termos de impacto ou efeitos da estiagem- João Baptista Borge

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O Executivo angolano projecta implementar, nas províncias da Huíla e do Namibe, projectos do “Programa de Combate à Seca no Sul de Angola”, informou, esta quarta-feira, o ministro da Energia e Água, João Baptista Borges.

Para a província da Huíla, segundo o ministro, que falava à imprensa, na província de Malanje, está prevista a construção de três barragens no rio Caculuvar, para atender as regiões do Lubango e dos Gambos.

Com a construção dessas barragens, frisou, haverá um aumento significativo na disponibilidade de água, incluindo a que vai ser armazenada no período da chuva e canalizada para o abastecimento das pessoas, do gado e para agricultura.

Já na província do Namibe, João Baptista Borges adiantou que o programa incluiu a reabilitação de 41 assudes/represas e a construção de seis grandes barragens nos rios Beru, Inamangando, Giraul, Curoca.

O objectivo é poder armazenar água e atender as populações que vivem nas imediações, irrigação dos campos e para o gado.

João Baptista Borges, que efectuou uma visita de dois à província de Malanje, esclareceu que o Programa de Combate à Seca, aprovado pelo Executivo, contempla as províncias do Cunene, da Huíla e do Namibe.

O Executivo angolano projecta implementar, nas províncias da Huíla e do Namibe, projectos do “Programa de Combate à Seca no Sul de Angola”, informou, esta quarta-feira, o ministro da Energia e Água, João Baptista Borges.

Para a província da Huíla, segundo o ministro, que falava à imprensa, na província de Malanje, está prevista a construção de três barragens no rio Caculuvar, para atender as regiões do Lubango e dos Gambos.

Com a construção dessas barragens, frisou, haverá um aumento significativo na disponibilidade de água, incluindo a que vai ser armazenada no período da chuva e canalizada para o abastecimento das pessoas, do gado e para agricultura.

Já na província do Namibe, João Baptista Borges adiantou que o programa incluiu a reabilitação de 41 assudes/represas e a construção de seis grandes barragens nos rios Beru, Inamangando, Giraul, Curoca.

O objectivo é poder armazenar água e atender as populações que vivem nas imediações, irrigação dos campos e para o gado.

João Baptista Borges, que efectuou uma visita de dois à província de Malanje, esclareceu que o Programa de Combate à Seca, aprovado pelo Executivo, contempla as províncias do Cunene, da Huíla e do Namibe.

“O Executivo está, naturalmente, atento ao que se passa em todo o país em termos de impacto ou efeitos da estiagem prolongada. Mas este programa abrange apenas a região Sul de Angola, por ser a que, desde o início do século passado, vive problemas cíclicos de seca. Naturalmente que, a medida que as populações crescem, estes impactos são cada vez mais nocivos”, esclareceu.

João Baptista Borges informou que, em relação a Huíla e Namibe, se  está a estruturar financiamento, uma vez que o que se pretende que tenham início o mais rapidamente possível e o desenvolvimento nos próximos cinco anos.

O ministro lembrou que o referido programa no sul de Angola, aprovado pelo Executivo, começou a ser executado no Cunene, por ser a província que vivia, de facto, uma situação mais crítica.

“Tendo sido esgotado o projecto Cafu, que neste momento está em operação, com 165 quilómetros de canais e 31 chimpacas, atendendo mais de 250 mil pessoas, estão em execução os projectos do Dua e do Calucuvo”, apontou.

Conforme o ministro, os referidos projectos consistem em duas grandes barragens na bacia do rio Cuvelai, para o armazenamento de água, que será distribuída para regiões longínquas.

Em execução, na margem direita do Cunene, está o projecto do Curoca, que prevê a construção de uma barragem na localidade da Cova do Leão, na Canhama, para atender a Canhama, Uncoca e Chitado.

Mas este programa abrange apenas a região Sul de Angola, por ser a que, desde o início do século passado, vive problemas cíclicos de seca. Naturalmente que, a medida que as populações crescem, estes impactos são cada vez mais nocivos”, esclareceu.

João Baptista Borges informou que, em relação a Huíla e Namibe, se  está a estruturar financiamento, uma vez que o que se pretende que tenham início o mais rapidamente possível e o desenvolvimento nos próximos cinco anos.

O ministro lembrou que o referido programa no sul de Angola, aprovado pelo Executivo, começou a ser executado no Cunene, por ser a província que vivia, de facto, uma situação mais crítica.

“Tendo sido esgotado o projecto Cafu, que neste momento está em operação, com 165 quilómetros de canais e 31 chimpacas, atendendo mais de 250 mil pessoas, estão em execução os projectos do Dua e do Calucuvo”, apontou.

Conforme o ministro, os referidos projectos consistem em duas grandes barragens na bacia do rio Cuvelai, para o armazenamento de água, que será distribuída para regiões longínquas.

Em execução, na margem direita do Cunene, está o projecto do Curoca, que prevê a construção de uma barragem na localidade da Cova do Leão, na Canhama, para atender a Canhama, Uncoca e Chitado.

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1 Comment

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  1. Loozap

    10/08/2022 at 11:18 pm

    A seca causou muita devastação em vários países e as consequências são muitas

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