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Novo testemunho na investigação da morte de Tupac aumenta mistério

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Keffe D, tio do principal suspeito da morte, revelou que sabia quem era o autor do assassinato. A investigação à morte de Tupac ainda continua aberta, revele o The Hollywood Reporter. Em causa estão as declaração feitas pelo antigo membro do gang, Keffe D, num episódio do documentário, ‘Death Row Chronicle’, no qual o mesmo afirmou que sabia que tinha assassinado o rapper há 20 anos em Las Vegas.

Keffe D não revelou a identidade da pessoa, alegando que tinha de seguir um “código restrito”, mas sublinhou que o culpado não foi o seu sobrinho, Orlando Anderson. Importa recordar que Tupac foi morto com quatro tiros a 7 de setembro de 1996 e morreu aos 25 anos, na sequência de várias complicações nas cirurgias.

Segundo esta testemunha, os tiros fatais vieram de trás do seu carro, onde Anderson e outro amigo vinham. “As pessoas têm-me perseguido há 20 anos. Falei agora porque tenho cancro, e não tenho mais nada a perder”, argumentou. “Tudo o que importa agora é a verdade”, sublinhou.

Em entrevistas anteriores, Keffe D referiu que Anderson tinha sido o atirador, algo que o próprio negou antes mesmo da sua morte. Perante estas revelações, os fãs do músico fizeram uma petiação a pedir para que o caso fosse reaberto, algo que a polícia confirmou já ter feito.

“Estamos a par dos depoiamentos feitos na entrevista à BET relativo ao caso Tupac. Como resultados desses depoimentos, temos passado os últimos meses a rever o caso”, asseguraram as autoridades num comunicado.

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