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Nova Divisão Político-Administrativa pode implicar nos dados do Censo 2024. diz Luís Jimbo

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O Director Executivo do Instituto Angolano de Sistemas Eleitorais e Democracia questionou a fiabilidade do Censo Geral da População e Habitação 2024, face à nova Divisão Político-Administrativa, com novos entes.

Em causa está o recenseamento eleitoral dos dados de cidadãos maiores de 18 anos de idade, 326 municípios, e 21 províncias, onde será necessário identificar o número exacto dos munícipes, e a política social aprovada pelo Executivo.

Luís Jimbo é de opinião que, estes dados têm implicação na lei das eleições locais, que define o número de membros da Assembleia do município.

Jimbo, constatou que o Censo de 2024 foi realizado ao meio de muitos desafios, por falta de equipamentos. Esses motivos levaram a alargar o período censitário, mas disse que a responsabilidade é compartilhada entre o Instituto Nacional de Estatística, sobretudo, o Ministro de Estado da Casa Militar do Presidente da República, que coordenou o processo, e o Ministério das Finanças.

O também Director Executivo do Observatório Eleitoral referiu que com a exoneração do director nacional do Instituto Nacional de Estatística, abre-se outros desafios de que espera estarem acautelados, e acredita que o Censo Geral 2024 será validado, tendo em consideração os compromissos internacionais.

O Ministro do Planeamento, Victor Hugo Guilherme, nomeou esta quarta-feira, o economista Joel Bumba Dambi Futi, ao cargo de Director do Instituto Nacional de Estatística (INE), em substituição de José dos Santos Francisco Calengi, exonerado no mesmo dia.

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