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Nobel da Paz atribuído a Denis Mukwege e Nadia Murad contra a violência sexual na guerra

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O Comité Norueguês do Nobel decidiu atribuir o Prémio Nobel da Paz de 2018 a Denis Mukwege e Nadia Murad pelos seus esforços para acabar com a violência sexual como arma de guerra.

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Os dois galardoados “fizeram uma contribuição crucial para combater este tipo de crimes de guerra”, justificou o comité. Ambos receberam em anos anteriores o Prémio Sakharov, atribuído pelo Parlamento Europeu.

Nadia Murad é uma yazidi de 25 anos que foi capturada em 2014 pelo grupo extremista Daesh no Iraque e tornada escrava sexual. Acabou por conseguir fugir e com Lamiya Aji Bashar recebeu em 2016 o Prémio Sakharov para a Liberdade de Pensamento. As histórias que contaram permitiram vislumbrar a violência e o terror espalhados pelo Daesh à medida que expandia o seu controlo territorial no Iraque e na Síria.

No Verão de 2014, o grupo radical chegou a Kocho, a aldeia onde ambas viviam, e massacraram a população, capturando algumas mulheres que foram sujeitas a violações, tortura e agressões. “Nadia é a testemunha que denuncia os abusos cometidos contra si e outras”, afirmou a porta-voz do Comité Norueguês do Nobel, Berit Reiss-Andersen.

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