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Ngonda de “pedra e cal” na FNLA

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Apesar de Pedro Gomes se apresentar como presidente interino da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Lucas Ngonda, o presidente supostamente deposto, afirma que ainda é o líder da organização e vai continuar a trabalhar com serenidade.

“Vamos continuar o nosso trabalho, aquilo foi apenas um bandido qualquer que apareceu aí do nada, o que é próprio da vida política. E isso não nos vai impedir de trabalhar. Ele é a base da discórdia no partido e por isso mesmo o Comité Central já havia tomado medidas contra ele”, avançou Ngonda.

Segundo Ngonda, de acordo os estatutos do partido, somente ele como presidente pode convocar o Comité Central, Bureau Político e Congresso, onde eventualmente terá sido destituído. “Para nós, isto não nos impede de fazer o nosso trabalho, não houve Comité Central nenhum”, disse.

Lucas Ngonda considerou ser falsa a sua suspensão de funções, anunciada recentemente em Luanda, que é justificada por Pedro Gomes com a necessidade de “salvaguardar os interesses superiores do partido” e face aos “desvios graves da linha política”.

Questionado se tinha conhecimento da realização da reunião, Lucas Ngonda disse que tinha a informação de que estavam a ser recolhidas assinaturas, mas não para a realização de um Comité Central, como terá acontecido.

A suspensão aconteceu na mesma altura em que a direcção do partido estava reunida com os secretários provinciais e comissários eleitorais para analisar questões metodológicas de como será abordada a campanha eleitoral, referiu Lucas Ngonda.

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