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Eleições 2022

“Não se passou nada que ponha em causa a legislação eleitoral” – afirma Presidente da CNE

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Há dois dias das quintas Eleições Gerais em Angola, o presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), Manuel Pereira da Silva, garantiu em entrevista ao Jornal de Angola, estar certo de que “os angolanos vão aderir ao chamado eleitoral, respeitar as instituições e demonstrar, depois de anunciados os resultados oficiais do apuramento provisório e definitivo, que somos uma democracia em plena afirmação”.

O responsável máximo da Comissão Nacional de Eleições (CNE) considera relevante reconhecer o elevado civismo com que o Povo Angolano recebeu toda a campanha eleitoral em torno do pleito de 24 de Agosto.

“Apesar de algum alarmismo, criado, essencialmente, a partir de plataformas internacionais, facilmente se pode constatar que não passaram de situações típicas de épocas eleitorais, de alguma crispação política. O que se pode hoje constatar é que não se passou e não se passa seja o que for que ponha em causa a legislação em vigor em matéria eleitoral”, afirmou.

Manuel da Silva aproveitou a ocasião para agradecer aos mais de 120 mil colaboradores que permitiram levar adiante o processo eleitoral, que, segundo fez saber, “se pretende que culmine, e estou certo de que assim será, com um dia de votação livre e com bastante adesão da população aos locais de votação. Com toda a certeza, os Angolanos vão aderir ao chamado eleitoral, respeitar as instituições e demonstrar, depois de anunciados os resultados oficiais do apuramento provisório e definitivo, que somos uma democracia em plena afirmação”.

O Presidente da CNE dirigiu também palavras de apresso a todos que, ao serviço daquele órgão independemente, sofreram acidentes ao longo da preparação do processo.

“Aproveitamos a oportunidade para deixar aqui uma mensagem de conforto para as respectivas famílias. Fica, desde já, registada toda a nossa solidariedade”.

Um dos valores essenciais do Estado Democrático de Direito é a liberdade de expressão. A CNE, garantiu, está aberta à críticas e sugestões para melhorar o seu funcionamento, mas sublinhou que as acusações e críticas devem ser feitas com base em factos confirmados e não suportadas por suposições avulsas.

” Importante é, também, que se respeitem todos os que se empenham por meses a fio nessa árdua tarefa de organizar, executar, coordenar e conduzir os processos eleitorais”, finalizou.