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“Não haverá voto antecipado, nem no exterior” garante Júlia Ferreira

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Falta de mecanismo e materiais operacionais para concretização desta modalidade de votação, estiveram na base da decisão do afastamento desta forma de votar para as eleições de 23 de Agosto, isso segundo anunciou a porta-voz da CNE, Júlia Ferreira, depois da plenária realizada ontem, quarta-feira, orientada pelo presidente da mesma comissão, André da Silva Neto.

Embora a lei consagra estas modalidades de votação, a realização do voto antecipado e no exterior acarretaria encargos operacionais e logísticos, que exigiriam esforços redobrados, capaz de afectar na concentração do órgão controlador do processo eleitoral, no dia 23 de Agosto de 2017, segundo fez saber Júlia Ferreira. “A lei prevê que o voto antecipado deve ser realizado entre o 10º e o 5º dia, antes da data das eleições (entre o dia 13 a 18 de Agosto)… significa que teríamos que desenvolver desde logo, mecanismos no sentido de assegurar que os delegados de listas e os observadores eleitorais tivessem presentes nas comissões municipais eleitorais para efectivamente acompanharem este processo” explicou.

Relativamente ao voto no exterior, a mesma esclareceu que não havendo registo no exterior, então só vai votar quem estiver no território nacional, excepto os cidadãos angolanos residentes no país, mas que temporariamente se encontram na diáspora, nomeadamente “ estudantes e trabalhadores das missões diplomáticas”

Nesta mesma plenária, se analisou esta e outras questões, dentre as quais o estado da preparação das eleições, bem como a instalação do sistema de comunicação nos municípios para a transmissão dos resultados das eleições do dia 23 de Agosto, onde concorrem cinco partidos “MPLA, UNITA, PRS, FNLA e APN” e uma coligação “CASA-CE”.

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