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Sociedade

“Não há vítimas humanas” nos escombros do edifício desabado neste sábado

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O porta-voz do Serviço Nacional de Proteção Civil e Bombeiros (SNPC), Félix Domingos, garantiu na conferência de imprensa realizada na noite deste sábado, não haver qualquer vítima humana nos escombros do edifício 41 que desabou na madrugada deste sábado na Avenida Comandante Valódia, em Luanda.

Segundo os responsável, os trabalhos de remoção dos escombros vão continuar na Avenida Comandante Valódia, tendo referido que nas acções de busca e salvamento realizadas durante o dia, para achar possíveis vítimas soterradas, foram usados cães da brigada canina, o que permitiu descartar a existência de qualquer vítima humana nos escombros.

“Até agora não temos registo de vítimas humanas e também começamos a descartar essa possibilidade, agora com o apoio de uma brigada canina no local, e não há vítimas humanas sobre os escombros”, disse.

Félix Domingos avançou que depois de descartada a possibilidade de existência vítimas humanas, começaram “a procurar nos escombros todos aqueles bens que vêm a surgir, bens de valor, procuramos conter para que no momento certo venha se identificar os proprietários e cumprir com os procedimentos que se impõem, para a entrega.

Entre os bens de valores achados pela equipa de bombeiros, destacam-se relógios, telefones, computadores, que deverão estar disponíveis para que os seus proprietários possam reaver.

Sobre o risco de desabamento de outros edifícios da zona o porta-voz do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros assegurou que “neste momento já não” é que “está tudo assegurado”, pelo que os edifícios estão equilibrados e estão a ser usadas técnicas que permitem evitar os risco de desabamento dos edifícios.

Entre as causas da derrocada do edifício, podem estar “graves” defeitos nos pilares de sustentação do edifício, a falta de manutenção periódica e problemas da Rede de drenagem, de acordo com informações recolhidas pela equipa que realizou uma vistoria na última sexta-feira.

Informações recolhidas no local dão conta de que há muito que o edifício apresentava altos níveis de fissuras, pelo que na tarde de sexta-feira, 24, a situação piorou, o que levou os moradores a alertaram o governo provincial e o SNPCB, que orientaram a evacuação imediata do edifício, tendo as 18 famílias ai residentes, sido abrigadas num hotel nas imediações.

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