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Mundo latino continua a reagir libertação de Julian Assange

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O Presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, foi um dos primeiros líderes a reagir à notícia: “Congratulo-me com a libertação de Julian Assange da prisão. Pelo menos, neste caso, a Estátua da Liberdade não é um símbolo vazio; está viva e feliz”.

López Obrador referia-se com esta mensagem à declaração de Fevereiro, quando sugeriu que os Estados Unidos “transferissem” a Estátua da Liberdade de Nova Iorque para o México, onde “há liberdade”, devido o caso do fundador da WikiLeaks.

Claudia Sheinbaum, presidente eleita do México e ex-chefe de governo da capital federal, recordou que em Fevereiro entregou as chaves da cidade à família de Julian Assange.

O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, também saudou a libertação de Assange, que descreveu como um “exemplo de coragem e bravura na batalha pela verdade”.

O Chefe de Estado da Colômbia, Gustavo Petro, felicitou Julian Assange, sublinhando o papel do fundador do WikiLeaks na denúncia do “massacre de civis” no Iraque.

Pequim considera que o trabalho realizado pelo fundador da WikiLeaks, Julian Assange, libertado em Londres após um acordo com a justiça norte-americana, permitiu ao mundo “conhecer melhor a verdade”.

Mesmo assim, a porta-voz afirmou que, apesar de ter conhecimento de “informações relevantes” sobre a libertação de Assange, a diplomacia chinesa não faz comentários sobre a “situação específica”.

Assange encontra-se a caminho das ilhas Marianas, território ultramarino norte-americano no Pacífico, onde o acordo vai ser formalizado.

No dia 27 de Março, a República Popular da China manifestou solidariedade para com o jornalista australiano e apelou à “equidade e justiça” no caso de Assange.

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