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Desporto

Mundial do Qatar: FAF sem dinheiro para gestão da selecção no Egipto

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O vice-presidente da Federação Angolana de Futebol (FAF) manifestou, nesta quarta-feira, 18, a preocupação sobre a logística para gestão da selecção nacional, revelando que a federação está de “mãos e pernas atadas”, quando faltam cerca de duas semanas para o jogo de eliminatória de apuramento ao Mundial do Qatar frente ao Egipto, marcado para o dia 2 de Setembro próximo, no Cairo.

Para solucionar a situação, informou José Carlos, a FAF está a enveredar esforços para responder com satisfação às necessidades impostas pela falta de dinheiro, recorrendo a várias instituições incluindo financeiras e transportadoras.

“Estamos de mãos e pernas atadas quanto a componente logística. Temos um centro de estágio garantido, hotéis garantidos e com reservas, só que os prazos para pagamento estão a vencer amanhã, e até ao momento não temos qualquer disponibilidade financeira, não temos alguma coisa que nos diga que até amanhã a questão estará resolvida. Estamos a encetar uns cem números de contactos de várias instituições, desde transportadoras e financeiras, e até ao momento ainda não conseguimos qualquer resposta satisfatória. Mas, na verdade, é que não podemos ficar de braças cruzados, tudo temos estado a fazer, na perspectiva de ver essa situação naturalmente resolvida e ultrapassada”, disse.

Segundo uma notícia avançada pela Rádio 5, a selecção será conhecida na segunda-feira da próxima semana, e estão convocados os jogadores Lepua e Gaspar, do Sagrada Esperança, Paizo, Zini, Herenilson e Neblu, todos do 1º de Agosto, para além do guarda-redes, Ricardo Baptista.

Outra preocupação de José Carlos Cruz, com a aproximação da data de apuramento, é sobre a documentação dos atletas que podem estrear com a camisola das Palancas Negras.

“Em função da pré-convocatória, temos notados alguma situação que nos venha criar algum problema que são novos integrantes, que não têm ainda documentação em dia e pelo curtíssimo espaço de tempo que temos, temos receio que não consigamos dar a resposta que se pretende, mas a componente administrativa está a trabalhar, a dar o seu melhor, para que a nossa selecção tenha uma melhor prestação e representatividade”, finalizou.

Por Pedro Kididi

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