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Mulheres pedem pena de morte para traidores dentro das FARDC no leste da RDC

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Na República Democrática do Congo, as mulheres no território Masisi (Kivu do Norte) encorajaram o chefe de Estado, Félix-Antoine Tshisekedi, a aplicar a pena de morte contra traidores dentro das FARDC, em guerra com os rebeldes do M23.

As mulheres congolesas fizeram esta afirmação à margem da celebração do Dia Internacional dos Direitos da Mulher em Goma, capital do Kivu do Norte, na última sexta-feira.

“Sr. Presidente Félix Tshisekedi, sugerimos que você ataque o inimigo e não espere que o inimigo o ataque para pôr fim a essa barbárie que nos foi imposta por Ruanda e permitir que as populações retornem aos seus respectivos ambientes; aplicar a pena de morte contra todos os traidores em todos os níveis e estabelecer uma única cadeia de comando para administrar adequadamente esta guerra”, disse a representante das mulheres de Masisi, Viviane Mutima.

As mulheres apelaram também o governo de Tshisekedi a rever a rubrica orçamental destinada à guerra de agressão, Viviane Mutima, disse que o presidente da República deveria considerar os autores de desvio de recursos públicos da mesma forma que os traidores em tempos de guerra.

O comunicado das mulheres congolesas sugere ao chefe de Estado que reduzisse o estilo de vida das instituições da República em favor da defesa nacional e rompesse todas as relações diplomáticas com Ruanda.

Jornalista multimédia com quase 15 anos de carreira, como repórter, locutor e editor, tratando matérias de índole socioeconómico, cultural e político é o único jornalista angolano eleito entre os 100 “Heróis da Informação” do mundo, pela organização Repórteres Sem Fronteira. Licenciado em Direito, na especialidade Jurídico-Forense, foi ainda editor-chefe e Director Geral da Rádio Despertar.

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