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Politica

MPLA, UNITA e CASA-CE curvam em homenagem aos heróis de 4 de Fevereiro

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As três principais formações políticas Angolanas, MPLA partido no poder, UNITA maior partido da oposição e a CASA-CE a terceira maior forca política, renderam esta sexta-feira, 04, a homenagem aos heróis anônimos e conhecidos da histórica revolta de 4 de Fevereiro de 1961, que deu início a luta para o alcance da Independência Nacional, proclamada a 11 de Novembro de 1975.

Para o partido no poder MPLA, o 4 de Fevereiro é um marco indelével na história da resistência do povo angolano ao regime fascista português, constituindo assim, símbolo de heroísmo e amor à pátria.

Na nota a que o Correio da Kianda teve acesso, o Bureau Político do Comité Centra do MPLA, aproveita a ocasião para render profunda homenagem aos heróis tombados pela causa da Independência Nacional e os ainda vivos, reafirmando o valor e importância histórica do 4 de Fevereiro, como o rastilho do longo processo de luta de libertação.

Já o maior partido na oposição em Angola (UNITA), numa mensagem do secretariado geral, em alusão a efeméride, apela reconhecimento aos protagonistas daquela acção, “volvidos 61 anos deste heróico acto a que se juntaram, no tempo, outros da mesma natureza, protagonizados por nacionalistas angolanos, e que viriam a culminar na independência nacional em 1975”.

A UNITA aponta que destas dificuldades destacam-se o não usufruto cabal dos direitos fundamentais e a não satisfação das necessidades básicas para a larga maioria da população de Angola, lê-se no comunicado.

Por sua vez, a CASA-CE, felicita o povo angolano e curva-se perante a memória dos heróicos filhos da Pátria, anônimos e conhecidos, que com bravura e espírito nacionalista, doaram o melhor de si, inclusive as próprias vidas, em prol da liberdade e da autodeterminação dos povos de Angola.

No documento assinado pelo presidente da Coligação, Manuel Fernandes, sublinha, que ao fim de 61 anos do início da luta de libertação nacional, 47 de Independência Nacional, 20 dos quais de Paz, a pobreza extrema, o paludismo e a fome severa em larga escala, são hoje os principais inimigos do dia a dia dos angolanos e das suas famílias.