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Politica

MPLA nega perseguição política contra dirigentes da UNITA

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O partido no poder, MPLA, negou, nesta sexta-feira, 9, estar por trás de uma eventual perseguição política contra o presidente da UNITA, através de divulgação de falsas informações contra o alto dirigente daquele partido.

O secretário do Bureau Político do MPLA para Informação e Propaganda, Albino Carlos, disse, em exclusivo ao Correio da Kianda, que tais acusações não passam de uma campanha de distracção da opinião pública e que o seu partido está focado em “traçar uma estratégia para vencer os próximos desafios políticos e eleitorais”.

“Isso se enquadra numa campanha para distrair a opinião pública e o MPLA não tem nenhum interesse nisso”, afirmou.

Albino Carlos sublinha que o MPLA está preocupado em resolver o problema da crise resultante da pandemia de covid-19: “estamos preocupados em prosseguir com o combate à corrupção e moralização da sociedade”, alegou.

A reacção do político do MPLA surge depois do Novo Jornal ter publicado uma matéria que dá conta que, supostamente, o partido dos “camaradas” esteja a elaborar um plano para provocar uma briga política e que esteja também a “vigiar e combater até à exaustão o líder da UNITA, Adalberto Costa Júnior, e que estariam por trás de falsas informações que circulam nas redes sociais contra o secretário provincial de Luanda, Manuel da Costa Ekuikui Nelito, acusando o mesmo de ser agente do SINSE”.

Albano Carlos diz que o seu partido desconhece tais informações.

Numa recente entrevista à Rádio Despertar, o general na reserva e dirigente da UNITA, Abílio Kamalata Numa, disse que o seu partido não irá permitir tal intenção e assegurou que os militantes do “Galo negro” irão cerrar fileiras entorno do seu líder.

Numa disse ainda que os indivíduos estão bem identificados e que o seu partido já está a traçar uma estratégia para dar a devida resposta.

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