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MPLA: Lourenço justifica Ministros fora da lista de candidatos a Deputados

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Com excepção dos Ministros de Estado Adão de Almeida e Carolina Cerqueira, os titulares de pasta ministeriais estão fora da lista de  candidatos a Deputados às eleições gerais previstas para Agosto próximo. Entretanto, Secretários de Estados e assessores partilham espaços com a juventude na lista dos que podem entrar pela primeira vez para o parlamento angolano.

Em termos de equilíbrio, na lista de 130 futuros deputados do circulo nacional, 63 são mulheres, o que significa que elas representam 48,4%, contra os 51,6% dos homens.

Julião Mateus Paulo “Dino Matros” e Roberto Víctor de Almeida são alguns dos principais veteranos na Assembleia Nacional, a semelhança de João Pinto, Mário Pinto de Andrade entre outros.

Na nova geração de Estreantes, está os lideres da JMPLA, nomeadamente, Crispiniano dos Santos, Santiago Primeiro e Hemingarda Fernandes, que são Primeiro, Segundo Secretários Nacionais e a Secretária Provincial da JMPLA em Luanda, respectivamente.

Um dado curioso é que o Jovem Crispiniano Vivaldo Evaristo dos Santos, número 20 na lista, aparece a frente de nomes como de Ana Dias Lourenço, actual primeira Dama da República, Mário Pinto de Andrade, Rui Falcão Pinto de Andrade, António Pitra Neto, Manuel Augusto, Américo Cuanonoca, Álvaro de Boavida Neto, Vicente Pinto de Andrade, entre outros.




Na lista de estreantes figuram ainda nomes como de Patrícia Faria, Celso Malavoloneke, Domingos Betico, Milonga Manuel Bernardo, Tito Cambange, Sara Fialho, que foram, nos últimos anos, ganhando visibilidade mediática, com participação e intervenção como analistas em espaços televisivos.

Os únicos governantes no actual governo que estão na lista de futuros deputados, são os Ministros de Estado Adão de Almeida e Carolina Cerqueira.

Contactado pelo Correio da Kianda, um membro do Comité Central do MPLA, que entretanto prefere o anonimato, refere que João Lourenço justificou a não indicação de Ministros para a lista de Deputados a Assembleia Nacional, com a necessidade da separação de poderes, e injecção de “sangue novo”.

“O Presidente deixou claro. Quem vai para o governo não entra para o parlamento”, disse.

A fonte que temos vindo a citar, refere ainda, que com esta medida, o líder dos camaradas quer evitar que o parlamento se transforme no “refúgio” de governantes que estejam à contas com a justiça, aproveitando-se da imunidade parlamentar.

Recorde-se que Angola vai realizar as suas quintas eleições gerais em agosto deste ano, estando em curso o seu processo de preparação.

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