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Politica

MPLA lamenta morte do seu histórico militante “Ludy Kissassunda”

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O Bureau Político do Comité Central do MPLA lamenta, numa mensagem tornada pública hoje, a morte do seu histórico militante, Rodrigues João Lopes “Ludy Kissassunda”, ocorrida ontem, na cidade do Porto, Portugal, por doença, aos 89 anos.

Natural da localidade de Kinzau (Nzeto), província do Zaire, o histórico militante do MPLA  ingressou nas fileiras do MPLA em 1964, “partido em que dedicou os melhores anos da sua vida”, lê-se na nota de condolências, “destacando-se pelo sentido de disciplina, rigor e obediência político-partidário”.

Membro fundador das Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA), “Ludy Kissassunda” participou activamente na Iª e IIª guerras de libertação nacional, integrando dentre outros, o mítico “Esquadrão Kamy”, para além de ter sido instrutor político e membro da Comissão Política de Reajustamento da Frente Sul.

Pela reconhecida dedicação e defesa das causas e dos ideais do MPLA, “Ludy Kissassunda” conquistou, por mérito próprio, o estatuto de membro do Comité Central e do Bureau Político, eleito na Conferência Inter-Regional de Lundoje, em Setembro de 1974, órgão no qual exerceu mandato até o I Congresso do MPLA, realizado em Dezembro de 1977.

Integrante da primeira delegação do MPLA, que chegou a Luanda no dia 8 de Novembro de 1974, “Ludy Kissassunda” desempenhou várias funções de direcção e chefia no aparelho central do Estado, com realce para os cargos de Director de Informação e Segurança de Angola (1975-1979) e de governador das províncias de Malanje e do Zaire.

Para o MPLA, a morte de “Ludy Kissassunda” representa a perda de um militante abnegado e intransigente, profundo conhecedor do percurso histórico-revolucionário de Angola e do MPLA e, pelo infortúnio, “o Bureau Político do Comité Central inclina-se perante a memória do malogrado, endereçando à família enlutada, sentidas condolências”.

Por: Dumbo António