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Politica

MPLA e UNITA medem forças em Benguela

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A província de Benguela registou no último fim-de-semana uma dinâmica no campo político com a realização de actos de massas das principais forças políticas em Angola.

A UNITA procedeu ao lançamento do ano político no Município do Dombe, onde o secretário provincial do galo negro, Avelino Canjamba José, apontou que “o Executivo só valoriza os cidadãos por altura das eleições”, por isso, o político entende que “o MPLA deve ir na oposição em 2027”.

Entretanto, o MPLA naquela província realizou o seu acto político na cidade de Benguela, dirigido pelo 1º Secretário dos camaradas nas terras de Ombaka, Luís Nunes. Na ocasião, defendeu “a promoção da imagem do partido e do seu líder João Lourenço a quem o povo confiou o seu voto de confiança nas eleições de 2022”.

Por sua vez, Avelino José responsabilizou o Executivo do presidente João Lourenço pela falta de fármacos nos hospitais. O dirigente da UNITA disse que “a impunidade decorre pelo facto todos governantes serem da mesma família política”.

Já o dirigente dos camaradas em Benguela, falou da inserção e da promoção do patriotismo e aproximação dos serviços públicos junto das populações. Luís Nunes defendeu que “o partido que governa deve continuar a preservar os valores da ética, moral e bons costume que elevem a educação e o ensino”.

O secretário provincial da UNITA em Benguela entende que “não se pode esperar mais grandes maravilhas do MPLA, por alegadamente não ter outras fórmulas, tendo em conta o elevado custo de vida”.

Arrematando, Luís Nunes disse que “a agenda política do MPLA para o ano 2024 visa realizar o interesse de todos os angolanos, mas exigirá o esforço de todos”.

Em Benguela, o MPLA apresentou a agenda política para o ano 2024, no pavilhão Estrela Clube 1º de Maio, enquanto a UNITA, procedeu a abertura do ano político, na comuna do Dombe Grande, Município da Baía-farta.

Jornalista multimédia com quase 15 anos de carreira, como repórter, locutor e editor, tratando matérias de índole socioeconómico, cultural e político é o único jornalista angolano eleito entre os 100 “Heróis da Informação” do mundo, pela organização Repórteres Sem Fronteira. Licenciado em Direito, na especialidade Jurídico-Forense, foi ainda editor-chefe e Director Geral da Rádio Despertar.