Sociedade
Mosaico denuncia na Comissão Africana alegada violação das liberdades em Angola
O Instituto para Cidadania “Mosaico” denunciou, junto da Comissão Africana dos Direitos Humanos e dos Povos, aquilo que considera serem restrições à actuação das Organizações Não-Governamentais em Angola, apelando a uma intervenção da União Africana para reverter o quadro que descreve como agravado.
Em causa está a Lei dos Estatutos das ONG’s e a criação de um órgão para a supervisão das suas actividades em território nacional.
Júlio Candeeiro acusa o governo angolano de ignorar recomendações e alertas apresentados pela sociedade civil.
“O governo angolano quer a todo custo limitar a actuação das ONGS. Esta lei incosntitucional, portanto, nós a sociedade civil angolana estamos preocupados com esta situação”, disse o responsável.
Estes pronunciamentos na maior tribuna do continente aumentam o clima de contestação por parte da sociedade civil quanto a lei das ONGS que afirmam que visa limitar as liberdades fundamentais.
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