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Sociedade

Morte de Paulo da Mata deixa “de rastos” profissionais da Comunicação Social no país

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A morte do jornalista Paulo Cordeiro da Mata caiu como um “balde de água fria” na classe jornalística do país.

As mensagens de despedidas, de dor e luto, sucedem-se a cada minuto nas redes sociais.

Jornalistas, analistas, políticos, comentadores e fazedores de opinião, lamentam a morte prematura do jornalista Paulo Alexandre Cordeiro da Mata, que ingressou na RNA, em 1995, e que notabilizou-se no Programa “Conversas com Vagar” na rádio MFM, transmitindo a sua experiência e vivência no  espaço de opinião daquela referida estacão radiofónica.

Numa nota do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informacão e Comunicacão Social, Paulo Alexandre Cordeiro da Mata, é descrito como um profissional “de trato fácil, que em vida, representou uma geração de jornalistas intrépidos, que, motivados pelo amor à camisola, deu uma nova dinâmica na realização e condução de programas, na RNA”, lê-se na nota de condolências.

“Sentimo-nos mutilados. O jornalismo angolano está de luto. Perdemos um companheiro! Condolências à esposa, aos filhos e toda a família. Um abraço solidário aos colegas e amigos, companheiros do programa ‘Conversas com Vagar’. RIP”, escreveu a jornalista Luísa Rogério na sua página nas redes sociais.

“E assim o Covid-19 nos aplica mais um valente murro no estômago. É um ‘sopapo leva ao tapete’. Descanse em paz Paulo Cordeiro da Mata”, escreveu o membro conselheiro do Presidente da República, analista e também jornalista, Ismael Mateus, na sua página do Facebook.

Entre outras funcões, Paulo Alexandre Cordeiro da Mata foi também chefe de secção do Bloco da Madrugada na RNA,  tendo se destacado como realizador e comunicador.

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