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Luto

Morreu jornalista e escritor Octaviano Correia

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Morreu, nesta quinta-feira, em Luanda, o escritor e jornalista Octaviano Correia, vítima de doença. O malogrado foi director do Instituto do Livro e do Disco (INALD) e membro da União dos Escritores Angolanos, de que foi secretário para as Actividades Culturais e editor da revista Lavra & Oficina.

Na literatura, o Octaviano Correia foi ainda membro da Academia de Letras de Angola, publicou mais de uma dezena de livros e editou centenas de obras literárias de membros da União dos Escritores Angolanos.

Na imprensa teve uma carreira notória, sendo jornalista profissional desde 1976. Começou a sua carreira jornalística na Rádio Nacional de Angola e, nessa altura, participou no Curso de Radiodifusão da Rádio Berlim, na RDA.

Numa nota de condolências distribuida na noite desta quinta-feira a imprensa, o ministro da Cultura e Turismo, Filipe Zau, lamentou, com “profunda dor e consternação” o passamento físico do jornalista e escritor Octaviano Guedes Correia, ocorrido na quinta-feira, em Luanda, vítima de doença.

“Foi com profunda dor e consternação, que Octaviano Guedes Correia, nasceu a 25 de Fevereiro 1940, na Província da Huíla. Foi jornalista profissional em 1976, escritor e editor da revista Lavra & Oficina”, lê-se no comunicado.

Filipe Zau sublinhou que Octaviano Correia começou a sua carreira jornalística na Rádio Nacional de Angola, onde participou no curso de radiodifusão da Rádio Berlim, na RDA.

Depois da independência de Angola, recorda o ministro, o escritor trabalhou no ex- Instituto Nacional do Livro e do Disco, entre 1979 e 1981, juntamente com os escritores Boaventura Cardoso, Gabriela Antunes e Dario de Melo.

Em 1988, em Portugal, deu continuidade a sua produção literária, a par da actividade jornalística. Regressou a Angola, em Maio de 2020.

“Nesta hora de dor e luto, o ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Filipe Silvino de Pina Zau, em nome do colectivo de trabalhadores do seu pelouro, endereça à família enlutada, à União dos Escritores Angolanos e à Academia Angolana de Letras os sentimentos de pesar”, conclui o documento.

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