Ligar-se a nós

Politica

Ministro da justiça e Direitos Humanos garante que expansão da rede de serviços de justiça é prioridade para garantir direitos em todo  país

Publicado

em

O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Marcy Lopes, afirmou esta segunda-feira, 01, que o investimento em infra-estruturas públicas é essencial para melhorar os serviços de justiça e desenvolver os direitos humanos em todo o território nacional.

Para o governante, as infra-estruturas são parte importante do sector e condição para o desenvolvimento do trabalho do ministério. “A melhoria das condições de habitabilidade do nosso serviço tem sido uma prioridade constante desde que chegamos”, disse.

Marcy Lopes explicou que foram tomadas providências imediatas para repor serviços, requalificar coisas e instalações que não funcionavam, e garantir melhores condições para funcionários e detidos. “Inauguramos e colocamos à disposição do público os nossos serviços e lugares onde não existiam serviços da justiça”, afirmou.

Segundo o ministro, o trabalho de expansão já alcançou várias províncias. Referiu a instalação de serviços nos territórios de Cuando, Benguela, Cuanza Sul, Cuando Cubango, Leste, Uíge e Lunda Sul, entre outros, em todos os municípios, antes da aprovação da nova divisão política administrativa.

O ministro anunciou que, em breve, serão inaugurados complexos de serviços de justiça no Bié e na província do Icolo e Bengo. Em Luanda, no Nova Vida, vão entrar em funcionamento o Conservatório, Identificação e Cartório Notarial, e do Cassenda. No Shopping Popular, já foi instalado o balcão “Michel Nguika” da empresa, com Conservatória do Registo Automóvel, CRIME e Cartório Notarial.

Marcy Lopes adiantou ainda que vão ser abertos dois serviços junto à zona do São Paulo, em Luanda. No bairro Prenda, está prevista uma nova Conservatória do Registo Automóvel e outros serviços que atualmente não estão bem acomodados naquela área.

Para o próximo ano, o governo prevê instalar uma nova loja integrada de serviços públicos na província da Huíla, no município do Lubango.

“Em cinco anos não nos será possível replicar tudo, nem fazer tudo em simultâneo. Este trabalho é contínuo, permanente, obrigatório e do qual não nos podemos escusar de realizar”, concluiu.

Jornalista multimédia com quase 15 anos de carreira, como repórter, locutor e editor, tratando matérias de índole socioeconómico, cultural e político é o único jornalista angolano eleito entre os 100 “Heróis da Informação” do mundo, pela organização Repórteres Sem Fronteira. Licenciado em Direito, na especialidade Jurídico-Forense, foi ainda editor-chefe e Director Geral da Rádio Despertar.

Continuar a ler
Clique para comentar

Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Publicidade

Radio Correio Kianda

Publicidade




© 2017 - 2022 Todos os direitos reservados a Correio Kianda. | Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização.
Ficha Técnica - Estatuto Editorial RGPD