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Sociedade

Ministra diz que Angola precisa de Apoios da UNESCO para melhorar qualidade da Educação no país

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A ministra da Educação, Luísa Grilo, disse nesta sexta-feira, que o país precisa de apoios técnicos e de fundos dos parceiros internacionais, com destaque para a UNESCO, para a materialização do plano de melhoria da qualidade da educação e ensino, através da transformação curricular.

Luísa Grilo falava na manhã desta sexta-feira, em Luanda, na sessão de abertura do Fórum regional de lançamento da Estratégia de médio prazo 2022-2025 do Bureau Internacional da Educação da UNESCO (BIE-UNESCO), em parceria com aquele organismo da ONU.

A mobilização de fundos para a melhoria da qualidade da educação por meio da transformação curricular em Angola é um dos objectivos do evento.

 Para a ministra aquele fórum é importante pelo facto de afigurar-se como indicador das medidas de políticas e compromissos aos níveis nacional, regional e mundial, onde tem “o seu valor insubstituível no processo de desenvolvimento do capital humano”.

Por esta razão, avança a governante, torna-se indispensável o apoio técnico dos parceiros internacionais, sobretudo das agências das Nações Unidas e da parceria e colaboração das empresas e da sociedade civil.

Espera que a realização do fórum regional do BIE-UNESCO seja conhecida a estratégia  de médio prazo e comprometimento de todos os actores sociais, sobretudo das entidades aqui presentes, no financiamento e/ou apadrinhamento de projectos que ocorram para a melhoria da qualidade do educação e ensino no país.

Entretanto, o ministro de Estado para a coordenação económica, Manuel Nunes, que procedeu a abertura do fórum, em representação do chefe de Estado João Lourenço, disse que o executivo angolano considera a educação como um sector de muita elevada prioridade, tendo dito que “o que separa os países ricos dos países pobres não é tanto a diferença em termos de riquezas materiais”, mas que evidenciam os níveis de conhecimentos.




“Para que Angola seja um caso de sucesso de desenvolvimento neste mundo que está cada vês mais competitivo, temos de criar as condições para minimizar e anular o fosso que nos separa dos países desenvolvidos em termos de conhecimentos”, entende.

Manuel Nunes Júnior realça a necessidade de criação de as condições institucionais para que os alunos e estudantes tenham acesso mais avançado na ciência e as tecnologias universais, podem proporcionar, tendo acrescentado que o executivo reconhece “o meio mais eficaz do plemento humano é a educação” onde, continua “o executivo angolano tem desenvolvido de modo consistente, várias acções com vista ao alargamento da rede escolar do país, a contratação de pessoal docente e os estabelecimentos de novas regras para a formação inicial e contínua dos professores, a actualização curricular e o apetrechamento das escolas com equipamentos e recursos didáticos apropriados”.

 O combate ao analfabetismo no seio dos jovens e adultos e a tomada várias de medidas de inclusão escolar e de atendimento a primeira infância, foram igualmente referida pelo ministro de Estado para a Coordenação Económica como acções que têm sido realizadas pelo executivo angolano.

Manuel Nunes Júnior considerou a cooperação e a parceria do governo angolano com a UNESCO visando a melhoria da qualidade do ensino no país, poderá contribuir para o desenvolvimento da capacidade institucional e técnica dos quadros angolanos e para a reconfiguração do sistema educativo angolano.

O objetivo é torna-lo cada vez mais eficaz e prepará-lo para responder aos desafios do mundo moderno, para a “contínua melhoria da qualidade do ensino primário e secundário no nosso país”.