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Brasil

Ministério Público pede bloqueio dos bens de Jair Bolsonaro

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O Ministério Público pediu ao Tribunal de Contas da República Federativa do Brasil o bloqueio dos bens do ex-presidente Jair Bolsonaro, bem como de pessoas próximas a si e de envolvidos nos actos de vandalização ao Supremo Tribunal Federal, ao Congresso e Palácio do Planalto (sede do governo) ocorridos na tarde de Domingo, 8 de Janeiro.

A notícia é do jornal Poder 360º, nesta terça-feira, 10, que refere ainda que o Sub-procurador Lucas Furtado estendeu o pedido para Ibaneis e Torres, além de pessoas consideradas responsáveis pelos actos em Brasília.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, o ex-secretário de Segurança Pública, Anderson Torres, afastados dos respectivos cargos por conta dos actos, além de outras pessoas consideradas como responsáveis pela invasão aos Três Poderes, estão também abrangidos pela medida, de acordo com um ofício a que aquele jornal brasileiro teve acesso, enviado ao presidente do TCU, ministro Bruno Dantas, na terça-feira, 10.

No domingo, milhares de manifestantes pró Bolsonaro invadiram e causaram graves danos às sedes do parlamento, da presidência e do Supremo Tribunal durante quatro horas, até serem dispersos pelas forças de segurança.

Cerca de 1.500 pessoas foram detidas entre domingo e segunda-feira, embora hoje a Polícia Federal tenha comunicado que libertou “idosos doentes crónicos” e “adultos responsáveis por menores”, sem especificar o número exacto.

A acresentar, logo no domingo, o Supremo Tribunal retirou o governador de Brasília, Ibaneis Rocha, do seu cargo durante 90 dias pela sua alegada “omissão” em neutralizar os ataques dos radicais que geraram o caos no coração da democracia brasileira.

Lembrar, que na segunda-feira, políticos norte americanos pediram a extradição do Ex-presidente Jair Bolsonáro, do Estado da Flórida, onde se encontra o ex-Presidente do Brasil, desde o passado dia 30 de Dezembro, não tendo participado da cerimónia de tomada de posse de Lula da Silva, eleito na segunda volta das eleições de Outubro.

Com agências