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Ministério da Saúde repõe stock de medicamentos no Hospital do Lobito

Redação

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Vinte e seis toneladas de medicamentos e material gastável foram entregues, esta terça-feira, à Direcção do Hospital Geral do Lobito, para atenuar a escassez de remédios provocada pelo incêndio de segunda-feira na farmácia da unidade hospitalar.

Antimaláricos, tuberculostáticos, analgésicos, xaropes, antipiréticos, reagentes para exames laboratoriais, medicamentos para hipertensão, embalagens de soro e vários injectáveis constam da oferta do Ministério da Saúde (MINSA), que chegou à província de Benguela 24 horas depois do fogo de origem ainda desconhecida, que provocou a quebra no stock do Hospital do Lobito.

Esta primeira assistência do Governo inclui 500 redes mosquiteiras, medicamentos específicos do programa de nutrição e da saúde reprodutiva, 20 colchões hospitalares e diverso material gastável, para dar resposta às necessidades dos pacientes que dependem destes remédios.

Falando à imprensa, após a entrega simbólica dos medicamentos, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, afirmou que estes medicamentos deverão cobrir as necessidades da unidade sanitária nos próximos cinco meses.

Sílvia Lucutuca afirmou que se trata de uma medida de apoio com carácter de urgência, para a reposição de stock do Hospital do Lobito, uma vez que o  depósito de medicamentos, destruído pelas chamas, também apoiava as comunas, no interior do município, e, vezes, servia de “retaguarda” para a província de Benguela.

A resposta do MINSA, adiantou a governante, colmata a falta de medicamentos na unidade hospitalar, nomeadamente para o tratamento das doenças mais correntes, como malária, tuberculose, infecções respiratórias, hipertensão arterial, diabetes, anti-inflamatórios, desparasitantes e material gastável.

A titular da Saúde justifica a resposta rápida das autoridades sanitárias à rotura de medicamentos no Lobito com o programa “das compras agrupadas” do pelouro, que torna sempre possível ter um stock de segurança e, com isso, “expedirmos meios técnicos e medicamentos para todas as províncias”.

 

C/ Angop

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