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Ministério da Saúde entende-se com enfermeiros angolanos

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A greve dos enfermeiros, que teve início há dois dias em todo território nacional, chegou ao “fim” depois de uma reunião que começou às 14h de terça-feira, 8, em Luanda, entre o Sindicato Nacional dos Enfermeiros de Angola e o Ministério da Saúde. Chegaram a um entendimento esta madrugada.

Um dos pontos dentro do caderno reivindicativo, que foi respondido de imediato na reunião, é o pagamento de subsídios da pandemia de Covid-19, um dos momentos críticos que o país e o mundo enfrentaram.

Na reunião ficou acordado que a entidade, o Ministério responsável, e o órgão que representa os técnicos de saúde, vão cadastrar os profissionais para identificar o pessoal que ainda falta receber o benefício.

Ficou traçado que dentro de 10 dias, terão um novo encontro para solucionar esse momento de reivindicação da categoria.

Também ficou acordado que a partir do próximo ano cada unidade de sanitária em Angola vai realizar um concurso público interno para a actualização dos seus quadros.

E dentro de 15 dias, segundo a negociação entre o sindicato e o Governo, os profissionais da segunda e terceira classe devem receber subsídio de compensação de forma automática.

Além disso, haverá um incremento de 6% aos profissionais que não recebem desde julho.

Na entrevista concedida hoje, ao Correio da Kianda, o presidente do Sindicato Nacional dos Enfermeiros de Angola, Carlos Miranda, disse que o nível de negociação é considerado positivo, mas ainda é muito prematuro medir o grau de satisfação da resposta dos pontos que constam no caderno reivindicativo, por parte dos enfermeiros.

“Esperamos que tudo seja respondido, não desejamos retomar a greve, a paralisação dos enfermeiros provoca consequências graves, e não é isso que queremos. Nosso desejo é que o Governo por parte do Ministério da Saúde responde os 15 pontos”, disse, Carlos Miranda.

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