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Mining Indaba: empresas angolanas procuram internacionalizar serviços

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As empresas angolanas que participam na maior conferência internacional do sector mineiro em África, Mining Indaba- 2023, mostram-se optimistas quanto às parcerias que estão a ser firmadas com outras empresas presentes no certame, com vista à internacionalização dos seus serviços e aumentar a capacidade de resposta no mercado nacional.

Os responsáveis de algumas empresas falaram hoje aos jornalistas neste segundo dia do evento.

Álvaro Silva, responsável da AJS- Transportes e Logística, disse que os empresários sul africanos podem contar com a sua empresa para o transporte de recursos de e para Angola no sector mineiro.

“Nós estamos na África do Sul, estamos também Namíbia e podem contar conosco para o transporte”, disse o responsável da empresa sul africana gerida por angolanos.

Já a empresa Ozango Minerals, levou ao Mining Indaba mineiros que são utilizados na transição Energética com tecnologias estratégicas.

Edson Nunes disse à empresa angolana presente em Cape Town, que aquela empresa de origem britânica, o objectivo é “mostrar ao mundo que Angola participa, a partir de agora da produção de minerais estratégicos que são as chaves da transição Energética”, tendo acrescentado que a partir de 2025 o país vai passar a produzir minerais que vão representar 5% da necessidade mundial.

Judsi Calado, da empresa Geosondas, disse que a experiência é “proveitosa” com “um balanço positivo” da participação na Conferência Internacional Mining Indaba, que decorre na África do Sul.

O principal objectivo da presença daquela empresa, de acordo com Judsi Calado, é a procura por parceiros para investir no serviço, para contornar a falta de participação da banca e aumentar a capacidade de oferta.

Já o Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, disse que Angola mostrou no evento o que tem sido feito, a nível da legislação, de formação, aumento de conhecimento geológico, e de escolas técnicas.

Sobre os resultados na conferência, Diamantino Azevedo disse que as empresas estrangeiras garantiram investir em Angola.

O ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás referiu ainda que não se pode fazer “transição energética sem o contínuo de recursos minerais, inclusive os combustiveis fósseis”.