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Sociedade

Metade das escolas de Luanda sem água canalizada

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Menos de 50 por cento das escolas em Luanda, num universo de 497 inventariadas, não beneficiam de abastecimento água com regularidade, por parte da Epal, e desse número, cerca de 40 por cento não estão ligados à rede pública de energia eléctrica.

Os dados foram revelados, ontem, na capital, por técnicos da Epal e da ENDE, num encontro que reuniu os titulares das pastas da Energia e Águas, Educação e a governadora de Luanda, para achar mecanismos com vista a garantir o fornecimento de energia eléctrica e água potável às escolas da província.

No encontro, foi recomendado que a ENDE, no âmbito dos projectos de investimentos públicos encontre alternativas para alterar este quadro.
Na sequência das apresentações e do debate à volta das mesmas, foram criados grupos técnicos que, no prazo de uma semana, deverão apresentar levantamentos e propostas de solução para cada situação específica que fôr identificada.

Os grupos constituídos pelos directores nacional de Energia Eléctrica, das Águas, de Educação, de Infra-estruturas do GPL, são ainda integrados pelos administradores municipais e pelos administradores da Epal e da ENDE.

A ministra da Educação reconhece ser crítico a situação de Luanda, no que ao abastecimento de água às escolas diz respeito. Luísa Grilo referiu ainda que todas as escolas são prioritárias, sugerindo medidas alternativas, como por exemplo, a colocação de reservatórios.

A governadora de Luanda, Joana Lina, apelou a um maior engajamento dos diferentes responsáveis municipais, para trabalharem com o sector de Energia e Águas para que as nossas crianças tenham todos os apoios necessários e estudem em melhores condições.
Segundo o ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, a questão do melhoramento do abastecimento de energia e água às escolas deve ser tratado ao nível dos três órgãos representados no encontro de ontem.

João Baptista Borges, referiu que para levar água às escolas é necessário ter uma rede de distribuição, além da garantia de que internamente haja condições para a utilização da água fornecida.

 

C/JA

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