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Médicos Sem Fronteiras pedem a Israel fim de “banho de sangue” em Gaza

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Os Médicos Sem Fronteiras (MSF) nos territórios palestinianos ocupados apelaram ao fim do “banho de sangue” provocado por “bombardeamentos indiscriminados” de Israel na Faixa de Gaza, avançou hoje a imprensa internacional.

“Temos de parar este banho de sangue, temos de parar os bombardeamentos indiscriminados que Israel está a levar a cabo contra a população civil. Hoje estamos a denunciar que não há um lugar seguro em Gaza, a população não tem para onde ir”, disse o dirigente da organização, David Cantero, em entrevista.

Neste sentido, o responsável criticou o “castigo colectivo” que Israel impôs aos palestinianos dentro da faixa, que descreveu como “uma jaula humana”.

A situação dos hospitais no enclave é “completamente catastrófica” e “está à beira do colapso”, acrescentou o responsável.

Cantero classificou, por outro lado, o volume de ajuda humanitária que entra na Faixa de Gaza como “ridículo e irrisório”, pedindo a entrada “maciça” e “fluida” para ajudar os mais de dois milhões de habitantes do enclave, metade dos quais crianças.

Apelou ainda ao abastecimento de combustível, para que centrais de produção de água potável e hospitais continuem a funcionar.