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Marco-Mulher: JMPLA preocupada com aumento de casos de violência domestica

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A OMA, braço feminino do MPLA, procedeu neste sábado 26 de Fevereiro de 2022, em Luanda, a abertura da jornada março Mulher, a decorrer de 28 deste mês a 31 de março, que se pretende converter  numa data de reflexão sobre os direitos da mulher, as suas condições de vida  e sua participação no desenvolvimento político, económico, social e cultural do país.

Esteve no acto a representar a JMPLA, Santiago Primeiro, Membro do Comité Central e Segundo Secretário da JMPLA, que manifestou  preocupação da maior organização juvenil de Angola, com os sucessivos casos de violência doméstica no país. ‘

Santiago Primeiro que falava no acto em representação do Primeiro Secretário do braço juvenil do MPLA, que se encontra em Cuba, disse que apesar dos avanços que o país regista, no que a paridade de funções a nível de cargos de decisão, as mulheres continuam a ser as prejudicadas, citando como exemplo, o facto de muitas mulheres, sobretudo jovens serem obrigadas a trabalhar com o mesmo número de horas que os homens, mas com a diferença a nível da remuneração salarial, uma realidade que “temos que reverter”.

O número 2 da JMPLA, mostrou-se entretanto preocupado com “a violência doméstica que, tristemente, ainda vitimiza muitas mulheres”, que de acordo com os dados do Ministério da Família e Promoção da Mulher, pelo menos 11 casos de violência doméstica contra mulher acontecem por dia, o que representou um registo total 3.303 casos, que classificou de “Preocupante!”.

“Neste sentido, a JMPLA, faz desde já um apelo à OMA, para que, através de companhas de consciencialização reverta estes dados para baixo. Se for possível, reduzir para zero a ocorrência de tais práticas”, defendeu.

Santiago Primeiro advogou para a necessidade de se unir esforços, para que, a mulher seja cada vez mais respeitada e tenha cada vez menos preocupação com a sua integridade física e moral.

“Uma mulher é uma mãe, razão pela qual, a JMPLA reitera a sua inteira disponibilidade para junto da OMA, reforçar a ação política e mobilizadora da mulher angolana, para que possam as mulheres, falar de viva-voz, sobre as suas preocupações, ideias e soluções políticas”, disse.

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