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Manuel Fernandes destaca importância de Chivukuvuku e “Miau” para fortalecimento da CASA-CE

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Com o lema “Unidos na diversidade rumo à alternância política” arrancou nesta sexta-feira, 03, a primeira reunião do Conselho Consultivo Nacional da CASA-CE, após o fim de uma crise interna que durou quase três anos, com a expulsão do presidente fundador da coligação, Abel Chivukuvuku, em 2019, substituído pelo Almirante André Mendes de Carvalho (Miau), que quase dois anos depois da sua liderança, foi destituído, no final de 2020, pelo economista Manuel Fernandes.

No seu discurso de abertura, o líder da CASA-CE enalteceu Abel Chivukuvuku, o Almirante André Mendes de Carvalho, os líderes e membros dos Partidos Políticos e quadros não filiados em partidos políticos, “que dia e noite trabalharam em prol da CASA-CE, para uma Angola digna de seus filhos”.

Manuel Fernandes apelou ainda aos dirigentes e membros da coligação frisando que “não é hora de rivalidades e nem de nos atirarmos contra quem vaticinou ou almeja o nosso fim, mas sim, é momento de estendermos a mão a todas angolanas e angolanos para juntos caminharmos em direcção da conquista do poder político, para salvar Angola, com vista a realizar os angolanos”, disse e acrescenta, que “esta é e continuará a ser a vocação original da CASA-CE”.

O também membro do Conselho da República, sublinhou que após o fim da crise interna, os membros têm mais maturidade, patriotismo e capacidade de gestão de conflitos.

“A CASA-CE conheceu momentos de sucesso e de dificuldades, de amplo consenso e de conflitos cujas consequências mais marcantes foram a existência de três Presidentes, em 9 anos e a saída de alguns quadros e militantes valiosos. Esta realidade exigiu dos quadros que ficaram maturidade, patriotismo, capacidade de gestão de conflitos, colocando sempre Angola e a CASA-CE acima dos interesses dos partidos políticos coligados e das suas elites”, argumentou.

Sobre a actual situação política e social do país, o presidente da Convergência Ampla, diz que para além da crise económica, financeira, pobreza, exclusão social, paira um clima de tensão política, intolerância, cultura de bajulação e fundamentalismo transmitido pelos mais velhos à nova geração.

O político disse ainda, neste capítulo, que parabeniza a juventude e as mulheres da CASA-CE “que têm interpretado e agido em conformidade com interesse e vontade profunda do povo angolano, que já não quer confusão, mas sim quer paz, tolerância, pão, leite, fim da malária; quer escolas, hospitais, saúde, transportes públicos, peixe, carne, nas suas mesas”.

De acordo com o parlamentar, os angolanos “querem eleições livres e justas, sem confusão, para educar, formar, alimentar e brincar mais e melhor com os seus filhos”.

Deste encontro participam dirigentes e militantes provenientes de todas as províncias. A agenda teve início nesta sexta-feira, com uma acção formativa e termina hoje com a reunião magna do Conselho Consultivo Nacional.

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