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Politica

Malária: Governo alerta para existência de medicamentos prejudiciais à saúde

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Trata-se de antimalárico denominado Luther Júnior, importado da índia pela empresa Única Farma Lda, por terem sido detetados caracteristas duvidosas, como problemas na sua dissolução e a inobservância de boas práticas de fabrico, de acordo com a ARMED.

A informação consta do despacho nº 2 da Agência Reguladora de Medicamentos e Tecnologias de Saúde (ARMED), datado de 10 de Março Corrente, assinado pela própria directora Geral, Katiza Mhula Mangueira, segundo o qual, o lote de medicamento denominado Luther Junior, indicado para o tratamento da malária contem a referência Artemeter 20mg/Lumefantrina 120mg, 1X6 Comprimidos dispersíveis, lote AAN21002A, fabricado a 02/2021, com o prazo de validade até 01/2023, fabricado na índia pela Biomatrix Heatlhcare.

Em função destas caracteristas aquela agência, vocacionada à supervisão de medicamentos em Angola determina, através do comunicado que temos vindo a citar, a proibição de importação, comercialização, distribuição e consumo do referido medicamento antimalérico, em todo o território nacional.

As instituições sanitárias entre públicas e privadas que eventualmente tenham em estoque o referido lote de medicamento, devem “imediamentente proceder ao inventário e a devolução do produto ao fornecedor/importador”, bem como notificar a ARMED, para dentro das suas obrigações e capacidades estatutárias “tomar as medidas adequadas”.

À empresa Única Farma Lda, que importou os medicamentos, a ARMED orienta a proceder a recolher e a inventariar todo produto e comunicar à agência. As orientações são extensivas também às direcções provinciais da saúde.

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